6 de set. de 2014

números 059 e 050

Um cara grande, alto e cheio de desejos.
Foi difícil de domar esse touro, ele contorceu demais.
O submisso 050 foi convidado a participar e ficar na posição de voyer. Ele é muito medroso, pois é noivo de mulher, não pode ficar com marcas e tal e fica mais ansioso quanto toco nele, basta chegar perto desses mamilos que ele fica todo molinho e quando perguntado, não demonstra dúvida: sou seu cão , sua puta!
Pois bem, durante a sessão, mandei o submisso 050 escolher alguma ação para que eu aplicasse no submisso 059, como sinal de respeito por ele ser o mais antigo no momento... e o sub 050 falou firme com o sub 059 quando esse me olhava, algo do tipo: “Faça o que o meu DOM está mandando”... gargalhadas, pra que ele fez isso, levou um tapão na cara na mesma hora.
QUEM MANDA DENTRO DO STUDIO 057 SOU EU, os demais podem ser convidados, mas precisam manter a ordem da hierarquia.
Ele entendeu bem, quase chorou.
A sessão seguiu de forma quente, e como em outras vezes, gosto muito de ter dois submissos me lambendo e servindo como deve ser.
Esses já sabem como EU gosto!






















Relato - número 058

Relato número 058

Olá... depois de algum tempo em dívida com o Dom Barbudo, resolvi descrever como foi a sensação de ser dominado por esse Mestre experiente...

Conhecia o Dom Barbudo através de um aplicativo de encontros que instalei no meu celular em uma das minhas idas a São Paulo. Para minha felicidade, encontrei o perfil dele em meio a tantos e logo me chamou a atenção. Mandei mensagem para ele, explicando minhas vontades e minha falta de experiência séria em BDSM e ele, prontamente, me respondeu atenciosa e educadamente.

Trocamos contato e depois de uns dias, o Dom Barbudo me chamou, conversamos um pouco sobre minhas expectativas como escravo, meus medos e minhas vontades e ele me falou sobre sua experiência e suas regras. Combinamos de nos encontrar naquele mesmo dia à tarde em seu local e assim fui, como combinado.

Estava com medo, mas a vontade de me entregar a alguém que tivesse experiência como Dominador era necessária e decisiva pra mim, já que há algum tempo, andava frustrado e desanimado por não conseguir concretizar de verdade meus desejos e minha necessidade de servir.

Assim que o encontrei, o medo aumentou, mas sua fala firme, segura e autoritária foram me fazendo perceber que estava nas mãos de alguém que sabia exatamente o que estava fazendo. Incrível a capacidade que ele teve de me fazer obedecer, sentir medo e prazer juntos, e me contorcer em suas mãos, sem, ao menos, levantar o tom de voz. Foi totalmente educado, simpático, firme, limpo, cheiroso e, o melhor de tudo, foi paciente comigo.

Ele me explicou tudo a cada movimento da sessão e se preocupou com minha integridade como um verdadeiro Mestre deve ser.


Agradeço imensamente a experiência, SENHOR, pois foi decisiva para perceber que é isso que me dá prazer e satisfação. Aprendi muitas coisas e assim que tiver a oportunidade, gostaria de servi-lo novamente e aprender cada vez mais, SENHOR. 

Obrigado mais uma vez !!! Sub Pedro.






5 de set. de 2014

número 058

Um submisso obediente e louco de tesão em ser dominado.
Faz muito tempo que ele pedia por uma sessão, até chegou a ficar ansioso e mantinha contatos diários.
Peguei esse submisso de jeito, com muitas pisadas pelo corpo e uma sessão longa de podolatria, ele aprendeu como é ficar aos pés de dum DOMINADOR.
Ainda levou spank e não peguei leve, senti que o desejo dele era maior que a dor e a palmatória avermelhou esse bundão peludo.

















4 de set. de 2014

número 057

FETICHISTA PURO.
Esse submisso pediu, implorou, suplicou para tocar em um DOM vestido em full leather. E foi o que aconteceu, me vesti cuidadosamente: Bota, calça, harness, colete, jaqueta, luvas...., todo vestido de couro, para ele sentir o toque perfeito.
Como todo fetichista, o submisso 057 pirou... passou as mãos cuidadosamente em todas as partes e alisava com gosto, respirava fundo, por vezes virava a cabeça para trás, uma resposta imediata a todos os seus fetiches.
A sessão foi intensa e em determinada hora achei um jeito de fazê-lo pirar em seu próprio desejo... vendei o sujeito e algemei na barra fixada na parede. Peguei minhas roupas de couro e vesti o submisso, primeiro a calça, depois o colete e esfreguei muito o corpo dele, o pau do moleque latejava e ainda bem que não furou a minha calça de couro, risos.
Claro que nada teria mais gosto que uma boa esfregação entre dois leathermans e ficamos assim por um tempão, sem a venda claro, afinal essa cena é para se marcar e render muitas punhetas depois.
A diferença entre nós eram muitas, além das algemas, da hierarquia, da quantidade de vestimentas, mas enfim o fetiche do submisso foi realizado.
A sessão continuou até o fim, se é que me entendem, mas o que importa contar dessa vez, é essa experiência fetichista pelo COURO!
















3 de set. de 2014

número 056

Olhos verdes incríveis e super ansioso para ser xingado, humilhado e servir como empregado, objeto, cachorro, puto!
Peguei ele de jeito e com a coleira, passeamos pelo Studio 57, para ele sentir meu cheiro e reconhecer meu espaço.
Agora vejam o peitão peludo desse urso.... eu mamei ele todinho, mordi, apertei, fiz o que quis e ele aguentou firme.
Sabem o nome disso? Vocação para servir.
E pasmem, foi a sua primeira vez!