14 de nov. de 2014

MATERIAL DIDÁTICO 11 - VOYEURISMO E EXIBICIONISMO


Olá, querido leitor, hoje é dia de se exibir. E o tesão será ainda maior se houver uma platéia excitada e obcecada por assistir a rapazes esbanjando virilidade num ato para lá de gostoso .

Exibicionismo e Voyeurismo. Nosso tema da semana deixará você tomado por um desejo de se mostrar ou ver seu parceiro ser usado enquanto você se tornará o mais célebre expectador.


Voyeurismo é uma prática que consiste num indivíduo conseguir obter prazer sexual através da observação de outras pessoas. Essas pessoas podem estar envolvidas em atos sexuais, nuas, em roupa interior, ou com qualquer vestuário que seja apelativo para o indivíduo em questão, o/a voyeur.Vulgarmente, por exibicionismo tem-se toda conduta que consiste em o indivíduo buscar fazer-se notar pelos demais

O voyeurismo inclui homens e mulheres, mas, no entanto a porcentagem é maior entre homens.

O espreitador pára no caminho. Sua observação não leva ao ato sexual. Ele fica onde está. Tudo o que ele deseja, ou quase tudo, é ver. Banheiros públicos são cenários comuns de exibicionismo e voyeurismo.



Outro requisito essencial é que a pessoa observada seja uma vítima, no sentido que sua intimidade foi violada. No sentido amplo, o voyeurismo se refere a qualquer um que tenha prazer em ver outra pessoa nua ou praticando sexo. Nesse sentido, a grande maioria dos adultos é, de certa forma, um voyeur. E para todas essas pessoas o comportamento é normal e praticamente inofensivo.


No contexto do sexo consensual envolvendo adultos, o voyeurismo e o exibicionismo são hábitos normais, que abrem portas para diversas oportunidades eróticas entre os casais, afirmam especialistas. Esse tipo de prática, entretanto, só é preocupante quando não há consenso entre os participantes (incluindo quando um deles não está ciente da prática) ou quando envolvem menores de idade.



CORNO
E para alguns o fato de ser corno é o eu causa maior excitação. O termo em inglês cuckold vem de cuckoo (cuco), em referência ao pássaro que engana outras aves, depositando ovos em seus ninhos para que elas criem seus filhotes. Em português, é comum o uso da palavra corno ou corno manso. Quem tem esse fetiche aprecia imaginar, ver ou participar de uma transa da parceira com outro homem.

Mesmo tendo uma essência comum, o desejo voluntário de ser corno, cada cuckold tem suas fantasias e limites. Alguns sentem prazer em participar do ato sexual, assistindo, estimulando, filmando ou, às vezes, consumindo o sêmen do parceiro escolhido, e outros preferem apenas ouvir os relatos das aventuras sexuais do parceiro.

Os participantes dividem-se em tops, aqueles que gostam de exercer o poder, bottoms, que querem ser objeto de poder, e switchers, pessoas que alternam esses papéis. O homem praticante do cuckold se encontra no espectro bottom, isto é, o seu prazer se origina em se sentir objeto de poder, de seu dom e eventualmente do homem que ele vai possuir
.


O voyeurismo fetichista é outra área que inclui mais uma série de comportamentos, como, por exemplo, shows eróticos individuais – incluindo aqueles envolvendo o próprio parceiro/parceira –, as chamadas “live cams” (uma variação desses shows eróticos, que pode envolver pagamento), além de diversas outras variações.


O exibicionismo, da mesma forma que o voyeurismo, pode variar da diversão ao crime. O impulso de “se mostrar” é, até certo ponto, natural. Usar uma roupa sexy com um decote mais avantajado já é um indício de exibicionismo natural e nem um pouco danoso. Mesmo o processo de sedução do parceiro é uma espécie de exibicionismo com cunho sexual.



E ao contrário do voyeurismo, o exibicionismo, normalmente, é mais agressivo ou dominante. Casais em que cada parceiro tem prazer em uma dessas práticas poderiam ser considerados “ideais”, pois o limite explorado para se ter prazer será imenso. A sensação de saber que você está sendo vigiado e é alvo de tesão para aqueles que te observam é indescritível. E uma espécie de diagrama da Esfinge ao contrário: Desvenda-me e quem sabe me devora!!! (Original: “Desvenda-me ou te devoro!”)


O problema envolvendo exibicionismo é quando ele é praticado sem a observação das limitações impostas pela sociedade. Assim como o voyeurismo, é preciso haver consenso entre todos os participantes (em um local público isso seria impossível, por exemplo). Em casos extremos o exibicionista pode ofender seriamente as pessoas e ser preso por comportamento indecente.


A pessoa exibicionista se sente a mais desejada, a mais atraente, a mais tudo e se solta em suas fantasias, mas o essencial é ter platéia. Sem ela, nada feito. No caso de compulsão, os indivíduos praticantes desses dois hábitos precisam de ajuda profissional, como psicólogos e psiquiatras e muitas vezes a utilização de intervenções farmacológicas é necessária. Nesses casos, o comportamento tem um viés autodestrutivo, e a depressão, estresse crônico e intenso e outros problemas e transtornos mentais são sublimados por meio desses comportamentos.



Como foi dito, o voyeurismo e o exibicionismo consensual entre adultos são aspectos sexuais envolvendo excitação. E as variações desses comportamentos – de forma saudável e sem ofender ou comprometer a segurança e integridade alheia – são virtualmente ilimitadas.

Somente saberá a sensação depois de ter provado essa maravilhosa forma de provocar e sentir prazer.

Sorria!!! Você pode estar sendo filmado.




AUTOR: escravo 3



"DE OLHO EM VOCÊ!"







RECADO PARA O CORNO

Esse recado é para você amigo CORNO!

Caso tenha interesse em ser CORNO ou está naquela fase em que não sabe por onde começar, FALE COMIGO PELO E-MAIL (dombarbudo@uol.com.br), pois posso ajuda-lo, COM O MAIOR PRAZER. E cabe salientar que isso não é uma brincadeira e sim o chamado para atendimento de um fetiche ou fantasia, que pode ser de ambos (minha e sua!). Tenho o maior respeito e tesão por aquele que se denomina CORNO, venha falar comigo, quero conhecer você e seu companheiro (a).


13 de nov. de 2014

número 085

Um homem grande, não só nos tamanhos, mas também de personalidade.
Ele é “chefe” onde trabalha e veio buscar exatamente o que provoca nos outros: o sentimento de submissão! Veio experimentar o “poder”, de uma forma que não conhecia.
Com 1,90m de altura e 92 kg, ele me pediu para ser preso e deixar de estar no controle.
Seu tesão não era em ser humilhado e ele não o foi.
Experimentou o gosto das minhas botas, dos meus pés, apanhou de chicote e, a cada contagem, abraçava e agradecia.
Ele deitou no meu colo e agarrou-se forte; deu para perceber o sabor da liberdade daquele ato, sem precisar representar papéis, afinal, éramos apenas os dois e, dessa vez, ele não precisava decidir nada, apenas obedecer.
Pescoço, orelha, pernas e braços são as partes do corpo mais sensíveis desse moço gostoso.
E no dia seguinte, logo pela manhã, me veio a seguinte mensagem:
“Bom dia, Daddy! Saudades do seu colo e do seu abraço.”
SATISFAÇÃO é o que sinto após uma sessão como essa!
















12 de nov. de 2014

número 084

“Bondage, piss, humilhação, dog e slave training” são as práticas de que ele gosta e o que veio buscar.
Para completar, ele ainda me disse: “Amo ser treinado como cachorrinho”.
Além de tudo isso, ele é peludinho e lindão; foi quase como ganhar um prêmio!
Pegar esse submisso foi um jogo de sedução, para ambas as partes, afinal, o contato sempre começa lento e vai crescendo conforme o interesse.
Ele tem um corpo escultural (foto no blog), e um rosto lindo.

A sessão foi longa e ele saiu satisfeito, já que todas as fantasias foram atendidas e, posso garantir, ele realmente queria viver tudo isso, foi comportado e deliciosamente dedicado.















10 de nov. de 2014

número 083

Um filhão gostoso e, como popularmente se diz, “DE MAIOR”! Não me refiro somente à idade, se é que me entendem.

Mas ele não chegou esbanjando esse atributo, veio em busca de dominação e, na verdade, até levou sorte, pois troquei o celular há pouco tempo e perdi o histórico da nossa conversa, mas, em suma, ele é mais um “daqueles garotos”, que bate papo, fica alucinado, mantém contato diário e de repente, some!

Normalmente, não dou uma segunda chance, pois fico muito bravo com isso, afinal, meu tempo é precioso e se o candidato não consegue comparecer ao encontro, que deixe a fila andar e, além do mais, sou educado com todos e não deixo as pessoas falando sozinhas, portanto, não admito tal desrespeito, mas... acontece!

Mas ele é bom de cantadas e sedutor o malandro, foi me levando na conversa, cheio de chamego e fotos gostosas, até que fez o comentário que lhe abriram todas as portas: “gosto de um DAD”... que moleque S A F A D O!

Demorou para EU reconsiderar, mas depois de muito papo, ele chegou no Studio 57.

Passei as orientações - e ele tremia.

Disse as normas - e ele tremia.

Lambeu as botas - e ele tremia.

Passei as mãos no corpinho – e ele tremia.

A sessão já estava em pleno andamento – e ele tremia.

Segurei-o firme e tentei acalmá-lo, mas não adiantava, ele tremia.

Nada fazia esse menino tranquilizar-se, até que ele mesmo parou e disse: “não consigo, estou nervoso e com medo, não consigo parar de tremer.”

Risos saborosos! Gosto MUITO daqueles que tremem, que morrem de medo, que respiram curto com falta de ar e, principalmente, daqueles que o coração pulsa forte! 

São intensos e querem muito, esses são aqueles que EU busco.

Bem, minha reação foi de acalmar, tranquilizar, e apoiar esse submisso, afinal, isso faz parte do processo de iniciação, ainda mais no meu caso, que prefiro iniciantes, novatos e curiosos e na sua grande maioria, entre 18 e 35 anos...

Ele veio para o meu colo de paizão, e foi bem agarrado e protegido.

Tão agarrado que relaxou o corpo e tencionou outras partes... gargalhadas, é assim mesmo, nada é tão radical que não possa ser conversado!

E o levei, no colo, para a cama, e lá, conversamos muito, aliás, diga-se de passagem, quanto assunto tivemos, risos...

Não disse que ele é safado?


E já mandou mensagem dizendo que tem mais assunto para conversarmos...











8 de nov. de 2014

número 082

Ele é uma delícia.

Coxas grandes, peludas, uma barriga gostosa de afundar a cara e um peito, bem... sem palavras!

No começo, se dizia sem medo, sem ansiedade, sem nada, como poucos que já vi até hoje.

Ele é uma delícia.

Coxas grandes, peludas, uma barriga gostosa de afundar a cara e um peito, bem, sem palavras!

No começo, dizia-se sem medo, sem ansiedade, sem nada, como poucos que já vi até hoje.

O que você sente então?

- “Curiosidade!”

E “de curiosidade, morreu o gato”, já dizia um ditado popular.  Mas “graças a Deus”, esse só morreu de tesão e quanto mais incrédulo no meu poder, mais ele esperneou, se contorceu e pedia para parar... pedia, mas nenhuma vez, mencionou a “palavra de segurança”

Mencionou outras tantas, como “caralho, caralho, caralho, puta que pariu, caralho, caralho, caralho, para, para, para...”

Deu para imaginar o que ele sentiu?

Difícil, senhores! O que o submisso sente em minhas mãos é muito pessoal e indescritível para alguns ou moderado para outros e mesmo não chegando ao ápice, é indiscutível que essa é uma experiência nova.

É tudo novo para eles, que se deparam, pela primeira vez, com um homem que sabe desejar e, quanto a mim, desvendo, a cada vez, uma nova personalidade, cheia de fantasias, fetiches e tesões. INICIAR É MEU MAIOR TESÃO!

Por certa hora, perguntei: “qual seu grau de tesão?”

Ele me respondeu 7, depois 8, depois 11, depois 7, depois 12, depois 10 e ... 20!
Preciso continuar a descrever?

Basta saberem que ele foi muito esperado, foi bem trabalhado e que CHEGOU LÁ!

E depois? Ele foi para casa, com uma certeza: “preciso descansar, o SENHOR acabou comigo, estou morto!”

Viram? De certa forma, a “curiosidade matou o gato”!

“Gargalhadas sádicas”!