16 de nov. de 2014

número 086

Ele veio recomendado por um amigo DOM, um presente mesmo.
Começou apresentando-se como SWITCHER.
Saiu numerado como submisso 086 – Dom Barbudo!
Um cara tarado, louco, alucinado por trampling, com vontade de ser dominado, pisado e humilhado.
Pisar em uma pessoa, seja com as botas ou com os pés nus, é algo poderoso, é como se a gente estivesse em um pedestal e lá embaixo, um ser que precisa, gosta e sente prazer extremo em ser humilhado e subjugado.
ELE FICOU LÁ, ESTENDIDO NO CHÃO GELADO, OLHANDO DENTRO DOS MEUS OLHOS E COMPLETAMENTE OFEGANTE; NA VERDADE, ELE ERA O RETRATO DO MAIS INTENSO TESÃO.
Essa é a grande arte de DOMINAR, aquela que garante êxtase de prazer.
Quando o DOM atinge em cheio o fetiche do parceiro, conquista, em retribuição, um fiel e s c r a v o.  EU tenho vários e note que isso não é convencimento, é recompensa!
Mas voltando ao gostoso nº 86, além de tudo, é corinthiano e fez questão de me dizer isso.
Apesar de não ser iniciante, viveu sensações diferentes e saiu todo vermelhinho do Studio 57.
Ele sentiu o meu peso e lambeu cada pedacinho dos meus pés e eu curti muito esses mamilos, que tesão da porra sugar esse peitinho.
Mas nada melhor do que ler o feedback dele após a sessão!
Leiam e, quem quiser, comente!
Gosto de ouvir o que VOCÊ sentiu...
Ahh, ele ainda mandou as fotos pós-sessão e pareceu estar todo orgulhoso!
Recentemente, perguntei: “Já bateu punheta pensando na sessão?”
Ele respondeu:
“Já, MESTRE,
Querendo repetir

E com muita intensidade.”

































RELATO DO submisso

Sub: Rafael Azevedo, 25 anos, 166cm, 60kg. Switcher, branco, pés 41, podólatra. Curto e já pratiquei sendo sub: trampling, stomping, amarração, runover, leather, BDSM leve, botas, tênis.

Como Master: trampling, stomping, BDSM leve, amarração, plug play, acessórios...

Temporariamente sem facebook, e-mail.

Whats? Talvez.

Há um tempo, troquei ideia com o Dom Barbudo através do seu Facebook, porém como tive certos problemas pessoais, tive que desativar minha conta temporariamente, mas o pouco que conversamos e a troca de fotos fizeram me deixar com mais vontade de ser usado pelo Mestre.

Como me revezo entre São Paulo e minha cidade no interior, Bauru, resolvi encontrar um mestre por referência de um mestre de Campinas, que coincidentemente passou o telefone do Dom Barbudo.

Era domingo de madrugada, tinha acabado de voltar de um bar e mandei a seguinte mensagem: Precisava saber MESTRE se poderia ser seu sub. Estou em São Paulo até segunda. Me domine em Full Leather. Por favor.

Acordei com aquela ansiedade de ter recebido uma resposta e para minha surpresa ele tinha respondido, passou sua descrição, e cara, pirei sem demonstrar nada, em mente, sozinho no quarto, no meu mundo, só pensando nas possibilidades e nas experiências novas e nos limites que poderia aumentar... O trecho que mais me excitou foi: "Curto algumas práticas de DOMINAÇÃO e submissão, couro e afins... especialmente humilhação, tenho tesão em mamilos..." Pronto, não precisei de mais nada, acertou meu ponto fraco, talvez forte, não sei... Mamilos! Sempre tive essa dúvida. Continuou dizendo sobre sua aparência, eu já sabendo que era caucasiano, com barba ruiva, me deixou com mais vontade.

Falei sobre mim depois; disse que me considerava Switcher, mas que a minha necessidade maior e única naquele momento, era de ser dominado, pisado e humilhado. Só um detalhe: não sou passivo. Mas isso era só detalhe...

Trocamos fotos pessoais e algumas das sessões que ele praticou. Que perfeitas!

A dominação já tinha começado pelo WhatsApp mesmo, onde ele já me dizia para chamar somente de SENHOR ou MESTRE e com letras maiúsculas, com frases prontas e acabadas, nada de dúvidas ou não sei. Já estava sendo conduzido pelo DOM BARBUDO sem ter contato físico e eu parecia estar fora de mim naquele instante...

Respondi que estava combinado e enfatizei que estava pronto para ser seu sub e obedecer às ordens dele. E claro, dizendo SENHOR, conforme mandado.

Enfim, combinamos a sessão para às 19h do domingo, estava próximo da Studio 57 - A Masmorra do Dom Barbudo e peguei o metrô e fui a caminho do MESTRE. Passou-me as coordenadas para chegar ao local e nas orientações que eu precisaria seguir à risca para não ser punido depois. Mais uma vez, Dom Barbudo estava fazendo dominação, mexendo no meu psicológico... Adorando tudo aqui, naquele momento fiquei fora de mim, pois só tinha um propósito, de servir o MESTRE! Não importava se poderia chover no caminho, se estaria suado, ou a forma que eu chegaria. O importante era estar lá o quanto antes. Para minha sorte ou falta dela, me perdi próximo ao local e mandei uma mensagem avisando que estava perdido, porém próximo; entendeu minha situação, por não conhecer tudo ainda em SP e respondeu dizendo somente: CORRE PORRA! Completei finalizando: MESTRE desconte sobre meu atraso. Ele: OK!

Chegando ao local, ele abriu a porta, eu entrei, não trocamos palavras, só acenou para me dirigir ao capacho e ficar de joelhos, conforme as orientações passadas; a trilha sonora de fundo era Madonna, na TV passava vídeo de sessões, um ambiente perfeito para as práticas... Confesso que fiquei ansioso demais, nervoso e confuso; por mais que Dom Barbudo fosse compreensível eu queria dar o melhor de mim... E parece que tudo tinha começado errado. Pois ao retirar meus pertences conforme mandado e me direcionar ao capacho, me ajoelhei do lado errado... Só ouvi ao fundo: VOCÊ NÃO LEU NADA DO QUE EU MANDEI! (Silêncio). Não sabia se tentava me dispersar com a música e tentar pensar em corrigir rapidamente aquilo... Ou esperar pelo pior... Uma chicotada, um tapa forte, um puxão de cabelo... Qualquer coisa. Só a música ao fundo... Ele passou a mão sobre meu corpo, conferiu se realmente era aquilo que tinha mandado por mensagem e pelas fotos... E eu lá, sub, ajoelhado no capacho começando a sentir um pequeno incomodo, mas sabia que teria que aguentar muito mais, ele sentou em cima e continuou...

Queria sentir tesão naquele momento, mas ao ele me abraçar por trás eu tremia de medo, naturalmente, sempre tive receio nesse tipo de prática, só obtive boas recomendações do MESTRE e dos relatos que os subs anteriores e fixos mencionavam.

Ao preencher uma ficha de acordo de ambas as partes e interesses, eu tive que fazer tudo rapidamente, como mandado, eu queria fazer mesmo, mas não tinha olhado fixamente para o Dom, estava de joelhos ainda, apoiado no colchão, assinalando os interesses... Sentia-me estranho e pensei, porque vim aqui? Será que terei uma sessão perfeita? O cara é o melhor MESTRE que vi na internet... Ao finalizar a lista ele se aproxima do ouvido e falou: “Você esqueceu de assinalar essa, esse e mais este...” Pronto, tremi novamente. Ele agarrou e falou: "Isso, pode tremer, adoro isso, quero sentir tudo isso. Que tesão." OK! Questões assinaladas, de fato depois assimilei rapidamente que gostava daquilo que tinha me esquecido de assinalar. Ah, detalhe: Dom Barbudo estava em Full Leahter, como pedido do sub, explodi por dentro e nem sei o que sentia exatamente, por algumas vezes dizia ao mestre que estava confuso, mas adorei imensamente sentir aquela roupa de couro passando pelo meu corpo, o cheiro, o toque, tudo foi TOP! A bota era meu maior tesão, até o joelho, couro maravilhoso, não tenho palavras para descrever... Só sei que ao tentar agradar o mestre mexendo no seu pau, sobre a calça, ele questionou se eu estava autorizado a fazer aquilo... Eu pensei: “FODEU de novo.” Aí foi para valer, três tapas na cara, na face esquerda. Terminei dizendo: Desculpa MESTRE!

Eu comecei a melhorar e sentir tesão, conforme a sessão sucedia. Exploramos o Spanking, ofereci um limite jamais imaginável ao Dom. E diversos acessórios foram usados, e claro a própria mão dele, um tesão também, como todas partes do seu corpo... Conforme a intensidade do Spanking aumentava eu beijava a outra mão dele (esquerda) na mesma intensidade. Quando eu aguentava o spanking, era um beijo simples, de dedo a dedo, quando eu não suportava, suportando a dor dos tapas, eram beijos demorados, com suspiros, chegando a apertar a minha mão sob a dele. Antes dessa forma, eu olhava dentro dos olhos do Dom, a cada palmada evitava fazer cara de dor, como sinal de poder fazer mais. Tínhamos combinado uma palavra de segurança, mas não queria usá-la de nenhuma maneira. Queria o máximo de tempo possível ao lado dele, não queria cortar o tesão e acabar por ir embora mais cedo para casa.

Depois disso foi a parte eu poder sentir aquele pau gostoso. Cada centímetro na minha boca e garganta. E não é querendo me gabar, mas o que eu sei fazer de melhor é chupar, já que não poderia oferecer meu cu. O Dom aprovou, pelos sons que ele emitia, eu sabia que tinha ganhado pontos lá.

A próxima parte que eu explodi de tesão, foi quando iniciamos o trampling. Meu desejo era notável em ser pisado por aquelas botas de couro que tinham sido lambidas quase que por inteiras. Sentidas pelo tato e cheiradas intensamente. Sou adepto ao trampling desde os 16, na verdade eu comecei no mundo BDSM sem conhecer os rótulos e saber que existia esse mundo com vários adeptos no trampling. Senti-me bem sub nesse momento, e o Júnior, meu pau, estava lá na atividade. Não senti dor e comentei com o Mestre que caras mais pesados que ele já fizeram sessão e até utilizando chuteira de campo... Dom Barbudo pisou em todas as partes do meu corpo...

Vendado e algemado em seguida, eu aumentei a nota atribuída ao tesão naquele momento para 9, que começou em 7; e 10 para nível de medo, reduzindo-a para menos de 5.

Senti confiança e pedi ao MESTRE que ele torturasse o que mais ele tem tesão, e eu também, ou seja, meus mamilos. Aí, meu caro, a coisa foi longe, novamente não tenho palavras para descrever o quão gostoso foi receber aquelas lambidas e mordidas no meu peito, sentido aquela barba ruiva também, roçando... Simplesmente tesão!

Continuando na mesma posição, deitado, algemado e vendado, Dom começou a usar alguns acessórios para me deixar marcado, não soube de nenhum que ele utilizou, mas recebi até cócegas no pé, o que me surpreendeu porque eu detestava cócegas, mas com ele foi totalmente ao contrário, mesmo pelo fato de eu não sentir muitas cócegas, mas se houver uma nova sessão, podemos explorar esse lado, caso goste...

Livre daquela situação, o Mestre pediu que eu tirasse a bota dele e cuida-se dos pés... Aí a escala do tesão foi de 9 para 10+, estava completo e satisfeito. Antes eu senti o cheiro de dentro da bota e dei uma fungada nas meias, posicionando-as direto no meu rosto. Lambi cada centímetro de ambos os pés número 39, e que pés, perfeitos, brancos, limpos, unhas cortadas, com um leve cheiro do couro... Simplesmente perfeito! Lambi com gosto e vontade, como jamais teria feito com alguém. Detalhe: esse é o fato de eu procurar Dom Barbudo, por ser desprovido da melanina e possuir a pegada certa, diante dos relatos e aceitar minha podolatria...

Naquele momento eu não queria saber que horas eram, se eu teria que embora, ou se precisava gozar logo, nada importava. Sabia que tudo melhorou conforme acontecia cada parte da sessão. Fiquei confiante e orgulhoso ao Mestre ter dito que queria outras sessões futuras. Como dito no começo da sessão isso só seria dito quando estivéssemos no final...

Chegou o momento da gozada, Dom Barbudo pisou novamente em mim, agora descalço e ambos tocando uma... Ele gozou sob meu corpo, nem precisei pedir para que fizesse naquela região, seria o lugar ideal.

Como demoro muito para gozar, pedi ao Mestre que deixasse calçar as botas dele, além de sentir o cheiro de couro e ter os mamilos torturados novamente... Dessa forma, reduziria uma pequena parte do tempo. Apreciei cada toque, mordida e lambida e fungada. Perfeito! E depois de 7 ou 12 minutos, não sei...Não importa, não contei. Eis que gozo, com um imenso prazer e orgasmo fora de escala. Só penei ao dizer que sempre gozava naquela quantidade e daquele jeito como costume... Sendo que de fato, aquela sessão foi um fator de influência e com certeza foi a melhor gozada que tive em todos meus 25 anos... Nem penetrando alguém eu diria que senti o mesmo.

E por aqui eu finalizo minha primeira experiência com o Dom Barbudo, agradeço muito por ele ter cedido uma parte do seu tempo comigo, foi prazeroso. Aproveito para dizer também sobre sua pessoa, que é ótima, cara gente boa mesmo. Valeu cada minuto com sua companhia e da sua paciência e prática no mundo do BDSM. E pretendo quem sabe, ser um sub frequente no seu mundo ou até mesmo fixo.

Grande Abraço!

Rafael.

14 de nov. de 2014

MATERIAL DIDÁTICO 11 - VOYEURISMO E EXIBICIONISMO


Olá, querido leitor, hoje é dia de se exibir. E o tesão será ainda maior se houver uma platéia excitada e obcecada por assistir a rapazes esbanjando virilidade num ato para lá de gostoso .

Exibicionismo e Voyeurismo. Nosso tema da semana deixará você tomado por um desejo de se mostrar ou ver seu parceiro ser usado enquanto você se tornará o mais célebre expectador.


Voyeurismo é uma prática que consiste num indivíduo conseguir obter prazer sexual através da observação de outras pessoas. Essas pessoas podem estar envolvidas em atos sexuais, nuas, em roupa interior, ou com qualquer vestuário que seja apelativo para o indivíduo em questão, o/a voyeur.Vulgarmente, por exibicionismo tem-se toda conduta que consiste em o indivíduo buscar fazer-se notar pelos demais

O voyeurismo inclui homens e mulheres, mas, no entanto a porcentagem é maior entre homens.

O espreitador pára no caminho. Sua observação não leva ao ato sexual. Ele fica onde está. Tudo o que ele deseja, ou quase tudo, é ver. Banheiros públicos são cenários comuns de exibicionismo e voyeurismo.



Outro requisito essencial é que a pessoa observada seja uma vítima, no sentido que sua intimidade foi violada. No sentido amplo, o voyeurismo se refere a qualquer um que tenha prazer em ver outra pessoa nua ou praticando sexo. Nesse sentido, a grande maioria dos adultos é, de certa forma, um voyeur. E para todas essas pessoas o comportamento é normal e praticamente inofensivo.


No contexto do sexo consensual envolvendo adultos, o voyeurismo e o exibicionismo são hábitos normais, que abrem portas para diversas oportunidades eróticas entre os casais, afirmam especialistas. Esse tipo de prática, entretanto, só é preocupante quando não há consenso entre os participantes (incluindo quando um deles não está ciente da prática) ou quando envolvem menores de idade.



CORNO
E para alguns o fato de ser corno é o eu causa maior excitação. O termo em inglês cuckold vem de cuckoo (cuco), em referência ao pássaro que engana outras aves, depositando ovos em seus ninhos para que elas criem seus filhotes. Em português, é comum o uso da palavra corno ou corno manso. Quem tem esse fetiche aprecia imaginar, ver ou participar de uma transa da parceira com outro homem.

Mesmo tendo uma essência comum, o desejo voluntário de ser corno, cada cuckold tem suas fantasias e limites. Alguns sentem prazer em participar do ato sexual, assistindo, estimulando, filmando ou, às vezes, consumindo o sêmen do parceiro escolhido, e outros preferem apenas ouvir os relatos das aventuras sexuais do parceiro.

Os participantes dividem-se em tops, aqueles que gostam de exercer o poder, bottoms, que querem ser objeto de poder, e switchers, pessoas que alternam esses papéis. O homem praticante do cuckold se encontra no espectro bottom, isto é, o seu prazer se origina em se sentir objeto de poder, de seu dom e eventualmente do homem que ele vai possuir
.


O voyeurismo fetichista é outra área que inclui mais uma série de comportamentos, como, por exemplo, shows eróticos individuais – incluindo aqueles envolvendo o próprio parceiro/parceira –, as chamadas “live cams” (uma variação desses shows eróticos, que pode envolver pagamento), além de diversas outras variações.


O exibicionismo, da mesma forma que o voyeurismo, pode variar da diversão ao crime. O impulso de “se mostrar” é, até certo ponto, natural. Usar uma roupa sexy com um decote mais avantajado já é um indício de exibicionismo natural e nem um pouco danoso. Mesmo o processo de sedução do parceiro é uma espécie de exibicionismo com cunho sexual.



E ao contrário do voyeurismo, o exibicionismo, normalmente, é mais agressivo ou dominante. Casais em que cada parceiro tem prazer em uma dessas práticas poderiam ser considerados “ideais”, pois o limite explorado para se ter prazer será imenso. A sensação de saber que você está sendo vigiado e é alvo de tesão para aqueles que te observam é indescritível. E uma espécie de diagrama da Esfinge ao contrário: Desvenda-me e quem sabe me devora!!! (Original: “Desvenda-me ou te devoro!”)


O problema envolvendo exibicionismo é quando ele é praticado sem a observação das limitações impostas pela sociedade. Assim como o voyeurismo, é preciso haver consenso entre todos os participantes (em um local público isso seria impossível, por exemplo). Em casos extremos o exibicionista pode ofender seriamente as pessoas e ser preso por comportamento indecente.


A pessoa exibicionista se sente a mais desejada, a mais atraente, a mais tudo e se solta em suas fantasias, mas o essencial é ter platéia. Sem ela, nada feito. No caso de compulsão, os indivíduos praticantes desses dois hábitos precisam de ajuda profissional, como psicólogos e psiquiatras e muitas vezes a utilização de intervenções farmacológicas é necessária. Nesses casos, o comportamento tem um viés autodestrutivo, e a depressão, estresse crônico e intenso e outros problemas e transtornos mentais são sublimados por meio desses comportamentos.



Como foi dito, o voyeurismo e o exibicionismo consensual entre adultos são aspectos sexuais envolvendo excitação. E as variações desses comportamentos – de forma saudável e sem ofender ou comprometer a segurança e integridade alheia – são virtualmente ilimitadas.

Somente saberá a sensação depois de ter provado essa maravilhosa forma de provocar e sentir prazer.

Sorria!!! Você pode estar sendo filmado.




AUTOR: escravo 3



"DE OLHO EM VOCÊ!"







RECADO PARA O CORNO

Esse recado é para você amigo CORNO!

Caso tenha interesse em ser CORNO ou está naquela fase em que não sabe por onde começar, FALE COMIGO PELO E-MAIL (dombarbudo@uol.com.br), pois posso ajuda-lo, COM O MAIOR PRAZER. E cabe salientar que isso não é uma brincadeira e sim o chamado para atendimento de um fetiche ou fantasia, que pode ser de ambos (minha e sua!). Tenho o maior respeito e tesão por aquele que se denomina CORNO, venha falar comigo, quero conhecer você e seu companheiro (a).