3 de set. de 2015

número 143

Adoro meninos de 20 anos!

E adoro mais ainda colocar eles de joelhos e de costas, sem me verem chegando por trás, enquanto tremem de medo e colar minha boca em seu ouvido e perguntar, com 
toda a calma de um homem experiente e DONO da situação:

Está com medo?

- “sim SENHOR”

Está com tesão?

- “sim SENHOR”

Você é um puto, escravo, submisso, um verme que precisa de um Dono?

- “sim SENHOR”

Desde quando você transa:

- “ Desde os 19 anos” ( 1 ano portanto)

Ainda consegue contar em uma mão suas transas?

- “não SENHOR”

Em duas?

- “sim SENHOR”

Nesse momento o coração já estava na boca e o pau no queixo!

Tratei desse puto com todo o rigor de uma sessão austera. Ele rastejou, lambeu as minhas botas e o chão, engoliu o cuspe e se contorceu pra caralho.

Tinha horas que seus olhos viravam de prazer, que perdia o controle e apesar de algemado e preso à parede, se contorcia sem limites. Foi difícil segurar esse moleque.

Mas um amigo bissexual nos interrompeu: um cara que não pode aparecer aqui, sequer por uma foto afinal é noivo de mulher e morre de medo dela descobrir que gosta de pegar macho também.

Ele chegou e sem se apresentar, caiu em cima do moleque e claro que foi bem recebido, principalmente quando o menino descobriu que ele também gosta de mulheres.

Ele comeu o menino, sem chance de fuga, aliás muito pelo contrário; o garoto implorou para dar o rabo, aliás rabão!


Esse garoto me prometeu muitas punhetas lembrando da nossa sessão e não tenho dúvidas que cumprirá o prometido!






















1 de set. de 2015

número 142

Apesar de ser inverno, o termômetro marca 25 graus no momento, isso às 20:15 hs do dia 14/07/2015 em São Paulo.

Pois então, não era para estarmos transpirando?

Não foi o que aconteceu com esse submisso, ele tremeu do começo ao fim e não há nada mais impressionante do que relatar isso e ter percebido tamanho medo e desejo, pois segundo ele, as sensações se alternavam.

Não sei se fui muito claro, mas é a mais pura verdade, ele estremeceu durante toda a sessão.

Mas também foi um filhão tesudo e contou todos os desejos que tem pelo DAD, desde as fantasias noturnas, quanto à vontade de ganhar o colinho do papai.

Ele me chamou assim por boa parte da sessão e como é incrível poder sentir o brilho no olhar do outro, a satisfação plena e a realização dos mais secretos desejos.

Para alguém pode ser apanhar, para outro ser humilhado, ser tratado como filhão, cócegas, podolatria, piss, enfim são variáveis e cada um, mais intenso que o outro, exatamente por que fazem parte de um desejo secreto, que no Studio 57, podem ser perfeitamente realizáveis.

O moleque deitou no colo do paizão e para todas as ações que EU provocava, a resposta era sempre a mesma: intensidade e entrega, afinal o que mais ele desejava era que o PAIZÃO sentisse ORGULHO DO FILHÃO!

E que menino tesudo, pernas peludas, corpinho mignon e vigem principalmente nas zonas erógenas.

Aliás isso me remete aos meus 20 e poucos anos, quando eu imaginava ser pego por um 40tão, com experiência e pegada, gargalhadas... hoje aos 40 e poucos só penso no oposto: nesses meninões inexperientes.

Sorte desses moleques, eles experimentam sensações que eu mesmo, nunca senti até hoje!

Agora imaginem, se ele tremeu desse jeito e chegou ao ápice das experiências sexuais, pelo menos até hoje, imaginem se estivesse fazendo 10 graus, como é costumeiro no inverno, além de desejo e do medo, ele tremeria pelo frio.
Mas o filhão segurou a onda e como um adolescente (maior de 18 anos OBVIAMENTE), gozou fundo e farto!

E ainda prometeu muitas punhetas para hoje, tantas quanto aguentar...


É filhão: não vá dormir tarde, senão amanhã o DAD baterá em você novamente e não vale fazer de propósito, seu safado!!






















31 de ago. de 2015

número 141

“Eu prometo ser o melhor”, dizia ele.

Pedia e implorava por escravidão fixa, sem possibilidade de liberdade e amplamente divulgada, para que todos saibam o seu segredo mais proibido: um advogado que liberta, totalmente preso de forma submissa e obediente.

Ahh o poder, como isso movimenta os desejos e fantasias.

Esse a exemplo do número 140, também é influente e respeitado em seu habitat.

Na mesma proporção, lambeu e rastejou no chão em que eu piso, aliás fiz questão de escarrar pro verme lamber e olha que ele fez com muito gosto.

Desejou pela minha saliva, mas acima de tudo: quer ser o melhor, chegou a pedir para me acompanhar pela vida, apenas para ser humilhado e pisado a todo momento.

Em seu belo terno preto e sapatos sociais brilhantes, foi aos poucos perdendo sua identidade e ganhando novas personalidades.

Ele foi vestido de cachorro e ao latir, percebeu que não passa de um animal quadrupede, obediente e insignificante, pelo menos assim ele foi tratado.

Cuspe todo tempo e com satisfação e desejo, ele procurava por todas as gotas.

Fiz esse puto se contorcer de tesão e quando cravei os dentes nos mamilos, ele urrava de prazer.

Foi muito intenso e prazeroso.


Veremos se após a poeira baixar, ele retornará para uma nova sessão.