3 de set. de 2014

número 056

Olhos verdes incríveis e super ansioso para ser xingado, humilhado e servir como empregado, objeto, cachorro, puto!
Peguei ele de jeito e com a coleira, passeamos pelo Studio 57, para ele sentir meu cheiro e reconhecer meu espaço.
Agora vejam o peitão peludo desse urso.... eu mamei ele todinho, mordi, apertei, fiz o que quis e ele aguentou firme.
Sabem o nome disso? Vocação para servir.
E pasmem, foi a sua primeira vez!











1 de set. de 2014

MATERIAL DIDÁTICO 06 - POSTURA DE UM submisso

Ser submisso pede regras e um protocolo que quando bem utilizado causa boa impressão e esse deve ser sempre o objetivo de um bom escravo.

Obediência e devoção devem estar bem explícitas em cada gesto e olhar. A comunicação deve ser passiva, fala-se quando solicitado e suas opiniões são somente válidas quando questionadas pelo dominador.

Um bom escravo deve ter em pratica o seguinte:

a) Limpeza impecável. Banho tomado, pelos e unhas aparadas, boa assepsia da boca e da região intima. (Exceto a pedido do Dominador quando da prática de Pig Play);

b) Exames periódicos de HIV/DST;

c) Sigilo e descrição;

d) Respeito;

e) Honestidade.

Para a apresentação, protocolo indispensável para um bom submisso.

No local determinado pelo seu dominador, ajoelhe-se com pernas afastadas, corpo arqueado e mãos fechadas, juntas uma a outra, de cabeça baixa e boca aberta. Responda o necessário e espere o reconhecimento do seu dominador.

Mantenha os olhos fechados ou sempre olhe para o chão. O contato visual só deve ser feito se a pedido do seu dominador.

Perceba os toques e o cheiro do seu novo dono. Veja se tem confiança nesta relação. Esses sentidos são muito importantes para prosseguimento do jogo. Somente quando temos total domínio sobre nossos sentidos, conseguimos entender se será possível a entrega total para o dominador.

Minha relação com o Sr. Dom Barbudo é baseada em confiança. Entrego meu corpo, minha mente, meus sentidos e total prazer em suas mãos por confiar na seriedade dele e tenho total certeza que este sim é um homem de verdade e que não comprometeria minha integridade. Seu cheiro é intenso, agrada meu e seu toque é indescritível. Sinto-me seguro no fetiche com ele.


AUTOR: escravo nº 1 - Dom Barbudo


30 de ago. de 2014

número 055

P E G U E I!
Esse é o primeiro loiro de todos os meus submissos...
Um loirinho como eu: cabelos bem claros, pentelhos loiros, carequinha e com vinte e poucos anos!
Além de tudo, ele tem um ar sedutor e tipo cafajeste, e apesar de acorrentado e encoleirado, piscava me cantando e demonstrando que estava com muito desejo. Abraçou forte nos momentos que doía mais.
Ele tentou usar a palavra de segurança várias vezes, até ser convencido a expandir seus limites.
O sexo foi fantástico. Já expliquei aqui que nem sempre rola, mas nesse caso aconteceu com ele acorrentado e sendo puxado pela coleira, foi muito bom e já estou com vontade de repetir.
Logo vocês terão o prazer de revê-lo por aqui!
Alemãozinho gostoso!











29 de ago. de 2014

número 054

Com esse foi muito engraçado!
Sabe aquele dia que a gente acorda com muito tesão, mas quer algo diferente...
Pois é, nesse dia não queria praticar D/s (DOMINAÇÃO/submissão), queria algo baunilha (expressão que se usa para sexo com pegada usual)...
Então fui a caça e achei um cara que me interessou... tudo marcado e ele chegou no Studio 57 e depois de amassos, beijos, etc... ele disse:
“- acho que te conheço, já te vi antes e esse lugar é tão familiar... lembrei, vc não é o Dom Barbudo?”
- Eu quem? Risos... sim, sou o Dom Barbudo.
E veio o espanto, se encolheu todinho e disse, já bati punhetas para vc!
Imaginem onde foi parar essa proza!
É meus caros, uma vez Rei, sempre Majestade!
E vamos lá para mais uma sessão de BDSM!
E o cara é expert em pés e até já fez cursos no exterior...
Sei que agora já tenho mais um podólogo particular, é mole?















27 de ago. de 2014

número 053

Eu não acreditei quando ele disse que viria me servir.
Foi muito tempo de espera e desejo, mas valeu muito a pena.
Um submisso gostoso, fogoso e que me desejava tanto que chegava a faltava ar, dessa vez EU também senti isso, que aliás já aconteceu com alguns dos meus cachorros aqui já postados.
A cena começou determinando as posições, estabelecendo regras, normas, procedimentos e atitudes, mas lá pelas tantas, o que deu vontade mesmo foi de arrancar todas as roupas e acessórios e entrar para dentro desse submisso, tomar posse do corpo, da mente, de tudo o que fosse possível.

Mas nada melhor que o feedback do próprio submisso:
Na semana passada tive a experiência mais incrível da minha vida, após 2 anos de conversa virtual, tive a oportunidade de conhecer AO VIVO o meu DONO. Foi em uma tarde agradável, horário pré-definido e instruções sucintas: entre, tire qualquer coisa que prenda sua atenção, ajoelheI no capacho e fecheI os olhos. Entrei com meu corpo tremendo feito um louco, um misto de medo e tesão, minha cueca já estava ensopada. Meu mestre chegou, sussurrou coisas em meu ouvido, me ensinou outras e um clique em uma coleira selou a sua posse sobre meu corpo. A partir daquele momento eu não era mais eu, minha pessoa era dele, minha vontade era a sua e isso me deixou louco. Confesso que o cheiro Da sua calça de couro de dominador me atordoou, mas quando eu ignorei este detalhe e passei a sentir o seu cheiro de macho, a sua proteção para a minha pessoa, tudo se tornou estupendo. Fui iniciado, fui humilhado, mamei, obedeci, apanhei e levei cuspe na boca. No meio da sessão, outro sub chegou... tive que administrar o ciúme, submisso tem que obedecer, sub não tem exclusividade. Espero um dia repetir a dose. Obrigado, Dom Barbudo.