24 de jan. de 2015

número 098

Ele foi incrível, com zero de medo e demonstrou verdade no que dizia.

Um garoto resistente, sério, com olhar altivo e mesmo em tratamento militar não fraquejou, cumpriu todas as ordens e foi infalível.

Depois ele me contou sua profissão e como está acostumado a resistir quando é severamente exigido, e como quase todos nós, amantes do BDSM, sente sua ponta de tesão e felicidade, seja na dor ou seguir as ordens de um DOMINADOR.

Ele experimentou a máscara de cão e é incrível sentir a respiração desses moleques quando atingem o prazer mental, algo pelo qual muito se desejou e vira matéria. A textura do couro rapando pela cabeça, o cheiro da peça e a restrição dos sentidos, seja pela pouca visão ou pelo ar que fica mais limitado, tudo isso magnetiza e leva o submisso a uma viagem de prazer. Prá completar, EU fiquei narrando ao seu ouvido suas atribuições, sua nova postura e tudo o que um submisso precisa ouvir: humilhação!

Psiu leitor.... você percebeu que estamos tratando de dominação psicológica?

Sacou como isso é profundo? Ele viajou na fantasia e rastejou, abanou o rabão, tomou água no potinho, cheirou a casa inteira e ficou agarrado no DONO como um cão fiel.

Outras práticas seguiram e além de um spank inicial, curti muito o corpinho dele, com mamilos deliciosos e uma barriga digna de mordidas... e como beija!

Na foto com a cueca vermelha ele estava respondendo a um treinamento militar, em posição de sentido, após exercício pesado. E quando mantive-o deitado, aproveitei muito do corpo gostoso dele... foi demais ouvir ele gemendo.

Show, esse moleque deveria mesmo fazer parte do lote dos 100 primeiros!

Sentiram né? Vem mais por ai!
















21 de jan. de 2015

número 097

Este álbum é dedicado especialmente àqueles que perdem a chance de uma experiência comigo por não negociarem a questão das fotos, exigência que coloco para uma sessão.

Como já disse por várias vezes, bastam poucas fotos, mas preciso delas para que possa contar a nossa história. Sem foto vira um conto e essa, ao contrário, é uma experiência real de vida, por isso faço questão da ilustração. Não tenho a intenção de prejudicar ninguém, nem que sejam reconhecidos, até por que já peguei casados com homens e mulheres, heteros, com namorados e até pessoas públicas e sei da necessidade de anonimato de cada um.

Essa sessão foi rápida entre a fugida de um compromisso com a esposa e comigo.

O pior é que não pôde ficar com marcas na bunda, então o spank nem rolou.

No peitinho também não foi permitido, pq o moleque é branquinho e a esposa é atenta, esperta e ciumenta... quer dizer, nem tão atenta e muito menos esperta, afinal ainda não percebeu que ela tem um cachorrinho em mãos.

E que cachorrinho comportado, o rabinho balançava de felicidade, as patinhas foram bem apertadas e quando o capuz de cão cobriu a cabeça, o moleque empinou o pau imediatamente.

É para quem tem vocação em ser cão, não adianta tentar ser leão!

O prazer em vestir os acessórios provoca um êxtase inexplicável e só quem se permite, entende o que estou falando e isso independe de qual seja o fetiche, se você fantasia por exemplo uma máscara de cão, pense e tente imaginar ela entrando devagar em sua cabeça, depois aspire o cheiro do couro, a sensação de ter a máscara sendo moldada em sua cabeça, com o fechamento dos cordões e por último a amarração final no pescoço. Suspire fundo, sinta esse prazer, agora vc é um cão e assuma esse papel, não de um animal de quatro patas, mas um bicho comportado, fiel, que não quer nada mais do que agradar seu DONO, ficar grudado na sua perna e viver seus instintos animalescos.

Como golpe final, as duas mãos nos ombros forçando para o chão, a colocação da guia no pescoço e está pronto. Resultado: excitação na mente, no pau, no rabo (de cachorro) e agora só falta desfilar, fazer xixi no poste e latir no ouvido do DONO, depois na rua, PARA TODO MUNDO VER O CÃO QUE MORA EM você!I

Nada como um fetiche realizado e mais um cão vadio solto no mundo,

E enquanto ele não volta prá esposa, quem sabe você encontra esse dog passeando pelas ruas de Sampa.

Gargalhadas, e a esposa ainda acha que controla ele, mal sabe ela que esse cão tem 

DONO e não é ela, sabem por quê?

Por que ela SÓ acha que controla, enquanto EU, coloquei a coleira no pescoço dele.

Gargalhadas, e a esposa ainda acha que controla ele, mal sabe ela que esse cão tem DONO e não é ela, sabem por quê?

Por que ela SÓ "imagina" que controla, enquanto EU, coloquei a coleira no pescoço dele.




18 de jan. de 2015

números 096 e 093

O submisso 096 não se conteve, relutou mas não conseguiu segurar a onda, precisava ser meu e implorou muito até chegar ao chão do meu Studio 57.

A sessão aconteceu em um domingo a tarde, “dia de assistir a partida de futebol entre amigos”, isso foi o que ele disse à namorada. E veio correndo...

Batemos um bolão juntos e foi tesudo demais saber que “ela” estava esperando o namorado voltar do domingão futebolístico.

O garoto é quente, chupa bem os pés e faz um boquete como se já tivesse nascido com esse dom, aliás essa é uma forte característica dos héteros ou bissexuais, chamem como quiser, eles vêem sedentos, cheios de desejos e fantasias.

Tem um corpo gostoso e um olhar de menino, meio inconsequente, meio tarado, mas definitivamente determinado.

Quando ele chegou, encontrou um submisso masoca na gaiola e apesar da sessão ser dupla, eles interagiram muito pouco, afinal o interesse de ambos na verdade era EU.

Mas como foram “amiguinhos de coleira”, tiveram a chance de beijarem-se, sentirem-se e obedecerem juntos, afinal não é fácil encarar uma dominação.

O masoca, o submissso 093 saiu ardido e feliz.

O hétero apesar de ter perdido a partida de futebol, viveu uma experiência que nunca mais esquecerá e até poderá contar aos netinhos mais tarde, hetero tem essa perspectiva.


Será que alguém descobre na foto das bundas qual é o hetero e o masoca?




























Será que alguém descobre na foto das bundas qual é o hetero e o masoca?


17 de jan. de 2015

5ª Festa Privée - Dom Becker, DOM BARBUDO e escravos

Duas pontas juntas e alguns metros de corda podem transformar sonhos em realidade e foi isso que o Mestre Becker nos mostrou nessa festa Privée.

Com muito orgulho, posso dizer, agora, que sou amigo desse homem/menino/bebê, tão querido e especial, mas que, quando pega pesado, digamos que é o verdadeiro “bad baby”!

Ele foi o principal convidado dessa festa e veio para me ensinar mais essa prática: o Bondage.

Com muita calma e técnica, Becker nos mostrou como amarrar as mãos aos pés, passando pela frente, por trás, pelo rabo ou pela cabeça, transformando o submisso em um bonequinho dobrável, tipo marionete, em nossas mãos.

Todos passaram pela experiência; foram eles: os escravos 1, 2, 3 e 4, além do submisso 086, cada vez mais presente em nossos eventos.

Alguns foram deixados no canto do Studio 57, outros no sofá, além daquele que foi suspenso e do outro que andou sem parar, todo amarradinho!

Becker tem uma técnica apurada e, com muita calma, vai enrolando, puxando e fechando as portas para os escapistas de plantão. O cara é fera e fico feliz em ter podido aprender um pouco com o meu amigo.

Aliás, obrigado, André Dogão, por ter deixado seu filho passear na casa do titio, te garanto que ele voltou inteirinho! Risos...

Os escravos suspiravam, gemiam e sentiram o prazer desse fetiche tão desejado por tantos. Bondage impossibilita qualquer reação, é a total submissão e a entrega do seu corpo às mãos de um DOMINADOR, por isso, a necessidade absoluta de confiança entre as partes.

Mas, o final de semana só estava começando e, apesar das seis horas de sessão envolvendo Bondage, ainda fomos à festa do Luxúria e ainda fui presenteado pelo Heitor Wernek com um camarote especial, além de um bolo de aniversário!

Para quem ainda não foi as festas desse cara, recomendo! É a mais pura essência do respeito e da liberdade, nem no meio gay, nunca vi tanta pluralidade e autenticidade, cada um é o que sempre quis ser. Não precisa complicar, não há gênero, nem sexo, nem regras, muito menos juízes, apenas homens, mulheres, gays, transexuais, lésbicas, transformistas, machos, afeminados, enfim PESSOAS entregues às suas fantasias, desejos e fetiches.

Nesse lugar, EU me reconheço e foi ali que praticamos SPANK, aos olhos de todos, alguns com surpresa, outros de tesão, teve também sensualidade, enfim, todas as possibilidades no ar, menos críticas e censura.

O Spank correu solto e foi gostoso compartilhar com o Becker a fase do “esquenta”, momento em que a bunda do escravo começa a ser curtida com várias fases de tapa, desde os mais leves, passando pelos moderados, até os mais pesados, quando a pele está preparada para os demais acessórios, como chicotes de pontas, de couro, de tiras e por aí vai.

A festa foi até tarde e quando voltamos para o Studio 57, dormimos embolados.
Família tem dessas coisas...

Amanheci com a sineta na mão, tocando forte e alto para que o escravo 3, o que tem habilidades de empregado doméstico, providenciasse o café´. E o puto já está treinado, acordou uma hora antes e deixou tudo pronto, estava apenas esperando o sino tocar. Senti muita satisfação.

O domingo correu tranquilo, entre feridos e castigados pelo spank, ainda tivemos nova sessão de bondage com o Mestre Becker e outras cenas de afeto, se é que me entendem.

A 5ª Festa Privée também comemorou meu aniversário e ganhei muitos presentes, além daqueles que dão a maior satisfação a um DOMINADOR: respeito, dedicação, servidão, adoração e honestidade.

Meus presentes são meus escravos e submissos eventuais, afinal gosto de surpresas também!


Até a próxima, quem sabe para comemorar o centésimo submisso do Dom Barbudo, aliás confesso que agora dou mais valor ao milésimo Gol do Pelé, o cara deve ter suado a camiseta, com 100 posso garantir que já conheci muita coisa, mas sempre teimo a dizer: SOU ESPECIALISTA EM NOVATOS, INICIANTES E CURIOSOS..., só espero que não me desafiem a chegar no milésimo submisso, já pensaram? 

Gargalhadas sádicas!