22 de mai. de 2015

número 120

Fui caçado por ele, um cara cheio de fetiches e apesar de não ser praticante de BDSM e normalmente ser ativo com seu parceiro, queria experimentar a sensação de ser um escravo.
Trocamos muitas mensagens por muito tempo, até o dia em que isso tudo virou real.
Ele é casado com homem e como ambos visitam meu blog regularmente e juntos, seu namorado está esperto e muito atento, só esperando por um deslize para acusar a traição, então não vamos deixar que isso aconteça. Por esse motivo as fotos são dos seus sapatos sociais bem engraxados e das suas meias pretas finas, dignos de um alto executivo de uma grande empresa. Ainda tem uma foto dos seus pés, só prá comprovar que ele existe e deixar o namorado intrigado com a “pulga atrás da orelha”, será que sou corno? Ele está me traindo, tipo drama mexicano!
Sim corno, é você mesmo... eu PEGUEI SEU NAMORADO e tem mais, segundo ele, o desejo aumentou muito mais por ele saber que era você quem queria estar nesse lugar: embaixo das minhas botas, rastejando e lambendo o chão em que piso.
Confesso que pensava que essa sessão nunca rolaria, pois o cara é super enrolado e compromissado, afinal é um alto executivo, não esqueçamos disso, os nossos papos ele nunca tinha disponibilidade para real e como não corro atrás de escravos, já tinha avisado dos meus horários.
Essa é a minha postura: normalmente espero pelo submisso, pois sei que estou na cabeça de vários e um dia o “click” acontece e esse tempo é variado e pessoal. Sei esperar, como um leão faminto, principalmente pelos novatos, virgens e curiosos, como todos já sabem...
Nesse dia eu não imaginava fazer sessão, na verdade estava até no supermercado quando veio a mensagem dele, do tipo: posso hoje e estou perto. Mandei que viesse ao mercado me buscar, entramos no seu carro e fomos para o Studio 57.
Por esse simples gesto, ele já percebeu que estava cumprindo ordens...
No caminho ele inda explicou tudo o que queria, o que não podia, o que fantasiava, o que precisava aprender e blá, blá, blá... eu só confirmava, claro, claro, claro, e deixei que falasse, afinal era o nosso primeiro contato e apesar da aparente calma, eu sabia que estava nervoso em grau 10, mas lá no fundo, já estava tudo planejado e foi o que aconteceu.
Na porta do Studio já determinei: entre, ajoelhe no capacho e cale a sua boca.
Ele cumpriu a ordem e “Graças a Deus” ficou mudo, pensava que podia, queria, pedia  e blá, blá, blá.  NADA DISSO! Respeito os limites, mas lá dentro quem quer sou EU.
Ele percebeu e enlouqueceu, quando sentiu que “seu poder” foi totalmente anulado e que apesar de mandar em seu território, comigo ele obedece. O resultado final foi a jura de que serei para sempre seu único DOM.
A arte de dominar está na percepção exata dos mínimos detalhes e do momento certo de definir os papéis e isso não acontece, pelo menos para mim, batendo ou gritando. Depois de estabelecida a dominação, daí sim BATER, GRITAR E XINGAR são motivos de êxtase, por isso é tão intenso. Palavras não traduzem com exatidão essa sensação, só quem viveu sabe do que estou falando.
A cena mais linda foi no inicio, quando o coloquei sentado ao meu lado e mandei, que em câmera lenta, fosse abaixando na minha frente, como seu aos poucos fosse perdendo sua identidade, seu domínio e sua posição de status e ele sentiu isso, seu olhar foi fraquejando, sua cabeça baixando e quando chegou ao chão, estava pronto para ser controlado, pois dominado já estava.
O homem que tinha em mãos estava 100% entregue, louco de tesão e pronto para experimentar o que mais desejava; SERVIR COMO UM escravo, totalmente fascinado pela sua própria fantasia, mesmo que a desculpa inicial fosse qualquer outra.


É muito bom encontrar escravos de alma, aqueles que não procuram “ novidades”, mas que entendem o que lhes trouxe até os meus pés e quando se defrontam com esse sentimento, sabem aproveitar o momento.






19 de mai. de 2015

números 035 e 031 - DOM BARBUDO - Recadinhos trocados pós sessão





LINK DA SESSÃO



Recado do número 031 para o número 035 

Msg para sub: Meu presentinho, adorei te desembrulhar todo. Estar preso a voce e com vc foi um tesao. Seu beijo me deixou louco. Seu rabo eh delicioso, adorei lambe-lo e deixa-lo molhadinho. Poder assistir o Dom te arrombamdo foi quase um orgasmo por si só! Mas meter fundo em vc veio para coroar a minha noite. Senti toda a profundidade do seu rabo. E que rabo gostoso e guloso. Te ouvir gemendo e empinando o rabo foi delicioso. Estou de pau duro agora soh de escrever e lembrar desse momento. Te comer vendado me deixou louco mas descobrir q vc eh um gato foi melhor ainda. Pena q nao tinha muito tempo. Mas em 2014 quero uma sessao de 3 horas pra fazer o servico completo. Quero vc cavalgando fundo a minha rola, que nem vc fez com o Dom! E se prepara q vc vai explodir de tesao qd conseguirmos fazer uma dp em vc! Bjassos nessa boca gostosa!


Devolutiva do número 035 para o número 031

Eu gostei muito! Me surpreendi por ter conseguido dar para os dois. Eu ganhei o presente também pq foi muito melhor do que eu imaginava. Foi um tesao cada estocada que levei de vocês... Quem sabe uma próxima ?






16 de mai. de 2015

número 119 - DOM BARBUDO e Amigo Voyeur

Muitos DOMINADORES ou ATIVOS seguem pedindo para acompanhar uma sessão, para aprender novas técnicas e formas de controlar um cara que tenha por vocação servir, obedecer e agradar, como é o caso desse submisso, o nº 119.

E nesse dia, convidei um amigo: um cara muito tesudo, do tipo sexy no estilo, com cabelo grande, corpo de macho, um homem grande, estilo safado, com olhar safado, nãos grandes, coxas definidas, cheiroso, pés bonitos e super camarada, um verdadeiro tesão.

Chamarei ele de Voyeur, apenas por definição, pois o pauzão da foto é dele, bem por definição “voyeur” é aquele que assiste, mas esse foi fotografado com o cacete exposto, preciso dizer mais alguma coisa? Tire você as suas conclusões...

O submisso foi obediente e servil desde o começo, com várias limitações e senões, pois é casado com mulher e não poderia ter marcas pelo corpo.

Acordo fechado, não praticamos spank a ponto de deixar marcas ou sinais de uma sessão, mas com uma condição: que na mesma noite ele transasse com a esposa, pensando em tudo o que fizemos. Se ele cumpriu a sua parte do trato, eu não sei, mas isso não importa, sei que fiquei alojado lá na cabeça dele.

O submisso é um cara duro, mas muito esforçado, talvez pela vocação exacerbada em ser um submisso convicto.

Na presença do meu amigo, a coisa ganhou outra proporção e com muita vontade de reduzir aquele puto a nada, fui rude, autoritário e extremamente perverso e quanto mais eu fazia, mais ele se submetia e gostava.

Com a rola sempre dura, cumpriu todas as ordens e parecia um brinquedo em minhas mãos. Já no meio da sessão, ofereci ele ao meu amigo e ele foi bem castigado, não com técnicas de BDSM, mas como uma surra de caralho na cara. Hetero gosta dessas coisas.

Lambeu nossos pés com dedicação. Dono de uma boca aveludada, lambeu cada um dos dedos dos quatro pés e confesso que me deu MUITO tesão, não só sentir, mas observar os pés do meu amigo entrando dentro daquele bocão. Vale ressaltar que o submisso permaneceu de pau duro a sessão inteira.

Como trato bem os amigos, mandei que fizesse uma boa chupeta no meu amigo, enquanto nos beijamos e humilhávamos o puto. Aliás, o puto beija muito bem, já falei da boquinha de veludo né?

No final meu amigo gozou no rosto dele e o puto hetero delirou com aquele presente.

Pensa que ele quis tomar banho?

Não.

O hetero preferiu sair com o nosso cheiro, talvez para lembrar bem o que fizemos com ele, ou prá esposa cheirar seu corpo, de forma consciente ou não, mas algo me diz que ele cumpriu a ordem, ou seja: transou com ela na mesma noite, sentindo nosso cheirinho.














10 de mai. de 2015

número 118

Existem os alternativos e os outros.
Gosto também dos caretas e engravatados, mas confesso que tenho uma queda a mais pelos alternativos e esse especialmente foi de tirar o fôlego.
Bem, deixa eu descrevê-lo: um cara de 27 anos, baixinho, peludasso, gostoso, sexy, provocante, inteligente, olhos expressivos, barba cumprida, sotaque carioca e ALTERNATIVO no modo de ser e viver.
O puto chegou de calça e regata branca com os pelos aparecendo, puta que pariu regata branca é foda, fiquei de pau duro já logo quando ele entrou. Depois fiquei sabendo que essa roupa foi cuidadosamente escolhida para provocar. Claro que ele conseguiu. Adoro isso, caras que pensam nos mínimos detalhes.
Uma das cenas que não esqueço, foi quando mandei ele vir até a minha frente e diferente dos outros que ajoelham, ele deitou no chão, com a cabeça baixa e já demonstrando para o que veio. Incrível essa postura, mais ainda pq não foi combinada e sim autêntica.
Dependendo do primeiro olhar, já tenho alguma ideia de como será o desenrolar e isso não é presunção, mas experiência, só que com esse nada foi tão direto, pois a expectativa era grande, depois de um longo contato, que demorou para acontecer e só depois de muito convencimento consegui convencê-lo de ir até o Studio 57.
E o cara tremeu, foi intenso e entregou-se ao fetiche.
E pode parecer que sempre digo isso, que foi intenso e blá, blá, blá... mas realmente foi, só digo isso quando sinto verdade, muitas vezes não comento exatamente pq foi uma sessão normal, apesar de que depois de ler tantos relatos, o que pode ter sido normal para mim, foi excepcional para o cara, então a avaliação nem sempre mede uma intensidade real, pois essa é pessoal.
Ele perdeu o ar, muitas vezes por causa dos exercícios físicosaos que foi submetido, mas o que importa é que ele ficou todo molhado de suor, balançava o corpo todo e senti orgasmo em sua cara.
Ele é pig e gosta de cuspe, mijo, etc... e recebeu tudo na boquinha quente e gulosa, sempre agradecendo com aquele sotaque sexy carioca: obrigado Senhor, era o que ele mais dizia.
Quando ele deitou para apanhar no colinho do papai, foi outro momento alto. Ele ficou agarradinho como um filhão que sente desejo no paizão aqui e os abraços foram longos e tesudos.
Mas confesso uma falha que divido “cá entre nós”... não consegui levar a sessão até o final, lá pelo meio, tirei as algemas dos pés e mãos e puxei ele pela coleira até a cama e transamos muito, foi um puta tesão com esse peludão e baixinho!
Foi tudo tão bom que quero repetir.
Mas tenho certeza que rolará novamente por dois motivos: tesão carnal e pq não mostrei todas as técnicas de BDSM que o submisso queria conhecer.
Sabem aquele truque de “esquecer” alguma coisa na casa daquele cara que vc trepou e quer voltar? Pois é, ele não esqueceu a cueca, pq realmente não usa, façamos diferente, quem esqueceu aqui fui EU, e ao ler esse post, saiba “pequeno peludão” que “esqueci” de te mostrar como é comer a comida direto do chão, cuspida e pisada pelo seu DONO.
Sei que nenhum “pig” aguenta resistir a um convite desses...

Detalhe só pra completar, o cheiro do suvaco desse peludasso estava muito bom!