18 de ago. de 2014

Studio 57 - Masmorra Particular DOM BARBUDO - São Paulo / Brasil

STUDIO 57 - DOM BARBUDO - SÃO PAULO - BRASIL


Criei um espaço destinado às práticas de BDSM e sexo, algo mais que um apartamento e menos do que chamei no início de Masmorra, assim nasce o “STUDIO 57”.

Decididamente é um lugar deliciosamente pervertido, do tamanho certo que preciso.

Inspirado nos apartamentos para aluguel dos EUA e Europa, esse “Studio 57” foi todo reformado pensando nos mínimos detalhes de conforto e requinte, mas não perdendo o toque de sensualidade, assim vc poderá alugar, pela primeira vez no Brasil, um espaço para seu conforto e que permite ao mesmo tempo, deixar o seu cão humano acorrentado na sala, ou dormindo no chão gelado de cerâmica, enquanto vc assisti a uma boa partida de futebol, por exemplo!

Os acessórios como algemas, chicotes, mordaças, prendedores, comedores caninos, objetos para spank, cinto de castidade, prendedores, etc... ajudam no clima acolhedor enquanto os outros detalhes completam o bom nível e sofisticação.

Levo o assunto BDSM muito a sério, por isso o único toque engraçado fica por conta do “pinguím” de geladeira, que nesse “Studio 57”, também vive engaiolado!

Começo a abrir as portas dele em Junho/2014 e atendendo a pedidos, farei várias festas de inauguração, assim todos terão a sua chance, foi a maneira mais democrática que encontrei!

A primeira sessão já aconteceu e claro que não poderia ser diferente, foi com o meu escravo fixo nº 1, afinal ser “e s c r a v o número 1” também tem suas regalias.

Aliás falando em primeira vez, lembro que continuo TOTALMENTE disponível para iniciantes e novatos, os virgens em SM podem até “furar a fila”.



Regras de Utilização do Studio 57


1 – Não admito menores de 18 anos em hipótese alguma e rapaziada, fica o aviso: não o adianta tentarem falsificar o RG;

2 – Não me interesso por gente louca;

3 – Não permito o uso de drogas ou bebida alcóolica, pois nas minhas práticas quero o submisso consciente dos seus limites; essa regra não é negociável

4 – Não é permitido fumar, essa regra tampouco é negociável;

5 – Cabe o bom sendo, pois apesar do Studio 57 ser pervertido, o prédio é familiar!

6 – As sessões são fotografadas e postadas nas redes sociais como Face e no meu blog, mas claro que preservo o anonimato dos convidados, por isso não posto foto do rosto, tatuagens, marcas de nascença, etc... E garanto que escolheremos juntos as imagens.

7 – Preservo a saúde física e mental dos meus submissos.

8 – Não é permitida a entrada de animais, exceto os cães humanos.







































17 de ago. de 2014

número 047

Com esse, foi rápido e começou através de uma rede social.
Era sexta feira, EU ainda estava trabalhando e depois de algumas mensagens pelo Grinder, marcamos de nos encontrar em um bar perto do meu trabalho.
Cheguei lá e o puto já estava bebendo cerveja e não era um bar e, sim, um boteco de esquina.  Avaliei o indivíduo e percebi que ele não estava bêbado.
Ele me comentou que gosta MUITO de CBT (Cock and Ball Torture) -Termo que define a tortura nos genitais masculinos.
Cheguei e joguei a mochila em cima da dele, sem muito papo.
Sentei na cadeira à sua frente e pisei com os dois pés em cima do sapato dele, só depois, eu disse “oi”!
Ele não sabia como reagir, afinal, era nosso primeiro contato, depois de poucas mensagens trocadas.
Ele começou a por a mão no pau por debaixo da mesa, percebi pelo movimento do braço... (gargalhadas, eles pensam que a gente não percebe isso).
Sabem o nome disso? “Tesão à flor da pele”.
Chamei o puto pelo dedo indicativo para bem perto de mim e mandei: NÃO TOQUE NO SEU PAU; não obtive outra resposta a não ser: “sim SENHOR”.
Já estávamos conversados; pelo jeito, ele já sabia como funciona.
Fui taxativo, já tinha gostado do sub: corpo tesudo, rosto bonito e cor de pele que me deixa louco, tudo isso combinado com o clima de um boteco e uma sexta à noite, foi quase que explosivo...
- “Onde tem motel por aqui”?
Ele disse: “não sei, mas o SENHOR...”. Nem deixei acabar...
- “Pague a sua conta e vamos embora”.
Claro que sempre tem um motel perto de um boteco e, dessa vez, não foi diferente.
Entramos no quarto fuleiro e depois de mandá-lo ficar pelado, “caí de boca” nos mamilos e “de mãos” nas bolas e, para minha surpresa, descobri um ursinho peludão, bem dotado e louco de tesão em ser torturado!
Foi uma boa pegada, apertei, girei, contorci e sempre sendo beijado e sentindo a respiração do urso, o seu olhar de desejo e seu prazer em sentir dor.
O gozo foi fundo, ou melhor: foi alto, voou longe!

E eu achava que seria uma pacata sexta-feira, que nem prometia grandes acontecimentos, ledo engano!








16 de ago. de 2014

número 046

DOIS ANOS
Esse tem uma longa história. Tudo começou há quase dois anos, com muito papo e, quando digo muito papo, foi exatamente o que aconteceu. Quando começamos, ele tinha desejo, mas tinha medo e não sabia nada sobre BDSM, apenas gostava do visual, mas sentia medo, muito medo...
E essa foi a sensação que o dominou por muito tempo, M E D O!
Mais tarde, fiquei sabendo que estávamos mais próximos do que imaginávamos, pois ele mora no mesmo bairro em que trabalho e, por muitas vezes chamei, mandei, gritei e nada acontecia, era o famoso MEDO.
ATÉ QUE NO FINAL DE 2013, CHEGUEI NO MEU LIMITE E DETERMINEI: “VENHA HOJE, você TEM UMA HORA PARA CHEGAR AQUI.” E não sei o que aconteceu, mas dessa vez, ele veio, tremia, estava ofegante...  foi uma sessão conquistada, devagar, saboreada.
Será que vocês conseguem imaginar o sabor de colocar a minha coleira nesse pescoço?
Então imaginem em câmera lenta (não tenham pressa em imaginar, EU não tive) ele chegando, EU o conduzindo até o chão, ele ajoelhou, ofereceu o pescoço e eu cheguei dentro do ouvido dele e disse: “quando você escutar o click da coleira, não tem mais jeito, você viverá o que sempre sentiu e nunca experimentou, sentirá profundamente dentro de você o que é ser um s u b m i s s o, um cão, um empregado...  ele respirava fundo, tremia, coração batia forte e estava muito, mas muito excitado, e ... e de repente.... CLICK! Senti um brilho no olhar!
PEGUEI, É MEU! C ON Q U I S T E I!

Depois?? Maltratei muito, afinal, não se faz um DOM esperar quase DOIS ANOS!!








14 de ago. de 2014

Vídeo - CB6000 - Cinto de Castidade



Cinto de castidade - Como colocar

Como Medir os tamanhos dos anéis:
Em um estado completamente relaxado, segure o pênis o mais longe do corpo possível e meça o diâmetro do eixo, você deve considerar uma folga para fins de higiene. Em seguida, meça o comprimento do pênis a partir da base da pélvis (NÃO debaixo do pênis perto dos testículos, em cima contra a pélvis) para a ponta da cabeça. Uma combinação de pinos, anéis e espaçadores vai ajudá-lo a criar o ajuste perfeito.

instruções:
Lubrifique a cabeça e o eixo do pênis com um lubrificante com base de silício. 

Coloque o produto, enquanto o pênis esteja em um estado completamente relaxado.

Nota: Coloque com calma e cuide com a pele do pênis ao redor dos anéis e da gaiola para não prender e o ajuste ficar mais confortável.

Anéis: Pegue a parte inferior do anel aquela redonda e coloque em torno dos testículos e do pênis. Insira o anel de topo com os pinos guia. Enquanto  coloque na outra metade superior certifique-se de apertar o pênis em uma posição para baixo, enquanto anexando estas duas peças.

Bloqueio Pins: Insira o pino de travamento ao lado recesso dos anéis.

Espaçadores: Os espaçadores são concebidos de tal maneira que cada espaçador encaixa um pino de travamento particular.

CAGE: Insira o pênis para dentro da jaula. Empurrar o pénis para baixo, a fim de evitar que comprime quando ligar a gaiola para o anel.

Cadeado: Após a montagem do anel, pinos de guia, pino de travamento e espaçadores para a gaiola, coloque o cadeado. Certifique-se de ter uma chave que funcione para o cadeado!

Limpeza do produto: Use um sabonete neutro e escova macia tipo escova de dentes para limpeza. Não use produtos de limpeza doméstica.