3 de jan. de 2015

número 094

Esse foi saboreado, como um doce, dos mais gostosos.

Nosso contato começou pelo Face há muito tempo; depois, evoluiu por aplicativos e tive a chance de conhecê-lo durante a minha viagem de férias, pois estávamos na mesma cidade, mas achei melhor não.

Percebi o potencial desse encontro e, por nada, eu queria arriscar com uma sessão rápida, apenas por uma questão de tesão. E foi uma decisão acertada, eu não estava errado, foi um grande momento, um encontro especial.

Outras vezes, com outros submissos, eu já disse: “o cara é um tesão”, e acreditem, só digo isso quando realmente sinto e esse peixe é dos grandes, ou seja, O CARA É UM SUPER TESÃO!

Desejei colocá-lo de joelhos por várias vezes e saber que me desejava intensamente, foi algo que me deixou mais ligado.

Ele foi treinado como um cão, agarrou-se nas minhas pernas e botas, como se fossem um troféu, e EU fiquei todo feliz.

Mas o que mais me deixou atraído foi seu desejo, seu olhar e a vontade de ser totalmente meu. Sua cabeça baixa, a postura servil e a entrega incondicional me deixaram louco.

Fisicamente, ele é descendente de libaneses, portanto, um cara lindo: alto, peludo, gostoso, sexy, macho, enfim, um “puta” exemplar de homem!

E psicologicamente, é dedicado, humilde, servil e obediente, tudo o que um DOM como EU gosta de ter em mãos.

A sessão foi intensa e meu tesão, vivendo as cenas de humilhação e servidão, chegou ao extremo... cabe uma ressalva: raramente, falo de sexo aqui, pois não é esse o meu objetivo primeiro (até pode acontecer, mas, como já disse, não é o primordial), mas mesmo em relação ao sexo, foi tesudo demais, um verdadeiro sex 
appeal!

Mas o mais incrível ainda estava por vir: em uma determinada hora, ele me olhou profundamente e parou - senti uma interrupção de tudo, como se as coisas parassem naquele momento - e sobrou um olhar profundo; daí, percebi ele chorando e, apesar do controle e da experiência, até assustei, perguntei por que ele estava chorando e a resposta: “felicidade e emoção por estar aqui”.

Isso nunca tinha acontecido, não dessa forma, e, sinceramente, fico feliz e realizado por causar isso nas pessoas, afinal, também tive e tenho aqueles que sempre desejei e sei como é, quando acontece o encontro das peles, é uma sensação incrível de conquista!

Mas não percamos a força desse relato, afinal, ELE CHOROU DE FELICIDADE!


Ele voltará, com certeza! E, em São Paulo, já sabe que tem um Dono.







































31 de dez. de 2014

número 093

Foi um contato breve, durante a minha viagem de férias no Rio de Janeiro, através de um dos aplicativos, e a tônica era mais ou menos essa:

“Estou de passagem, não moro aqui e, em duas horas, preciso deixar o hotel”, portanto, era pegar ou largar!

E claro que peguei, e foi com muito gosto.

Depois do combinado, entrei como uma flecha no hotel, fui direto ao quarto, ele abriu a porta e nem teve chance de falar, puxei o cabelo dele e forcei o rapaz a ajoelhar-se no chão, afinal, não era dominação que ele tinha pedido?

Ficou com uma cara amedrontada, mas obedeceu direitinho e lambeu meus pés com certa reluntância...

Puxei o cara para cima da cama, levantei seus braços, prendi-os acima da cabeça e larguei meu peso em cima do corpinho malhado, lambi e suguei com uma fome desigual.

Foi tesudo, quente e sexy, como o clima do Rio.

O moleque gemeu e disse que gostava de pegada forte e que fazia tempo que não tinha uma assim. Depois disso, ainda deitei-o na cama e bati naquela bunda, mas as palmadas foram poucas, pois a família estava próximo dali e não queríamos que ouvissem o barulho.

Ficamos mais um pouco nos pegando até que nos curtimos sexualmente.

Como disse, foi uma pegada rápida, porém não menos intensa.

Esse calor do Rio causa tudo isso, um sex appeal e uma vontade de trepar muitas vezes, tesão!



Além do mais, esses cariocas falam muito gostoso, aquelas bermudas com as pernas de fora, os chinelos com os pés à mostra e vários com a mania de coçar o saco... Uhmmm  Rio de Janeiro, Cidade Maravilhosa mesmo!!












30 de dez. de 2014

número 092

Macaco velho, já foi usado, pisado e treinado antes por outros homens.
Mas pediu muito para ter a sua sessão especial e, apesar de gostar mais de iniciantes, ele foi tão dedicado e insistente, que ganhou minha atenção.
E esse puto não foi fraco; já que é experiente, não poupei nos gestos pesados, no trampiling, palmadas, cuspe e treinos fortes de dog trainning.
Eu precisava ter uma sessão com ele, pois, por muito tempo, mandou mensagens e implorou como poucos fizeram até hoje, merecia esse encontro mutuo.


A sessão foi dedicada e bem vivida, ele saiu suado, mas feliz, com poucas marcas para não comprometer-se, mas isso não importa, porque sabemos quem colocou a coleira nesse cachorro de raça.