25 de jul. de 2015

número 135

Eu avistei ele ao longe com um grupo de amigas, um cara hetero, descolado e sedutor!

Como é heterossexual, as chances são menores, mas ainda comentei com o meu escravo nº 4:

“- Ainda pegarei esse cara”.

Achou prepotente?

Talvez, mas como um leão, sei caçar minhas presas.

E foi assim que aconteceu, depois de muito papo e negociação alinhando uma sessão que fosse prazerosa para ambos, ele me visitou no Studio 57.

O rapagão é macho e “ficante” de uma amiga minha; também é dominador, mas me confessou a vontade de experimentar o outro lado da moeda, não como submisso, 
mas um curioso, quem sabe.

E nosso acordo foi polido e bem claro: sem beijo, nem proximidades com o seu pau e cu. Ainda bem que a bunda ficou de fora do combinado, assim podemos experimentar o spank, claro que com todo o respeito pela pessoa e pelo acordo de cavalheiros, afinal não estamos falando de sexo e sim de uma sessão de BDSM.

E foi das mais diferentes que já fiz, pois é a primeira vez que “pego” um amigo, sim a negociação e conquista demorou tanto, que viramos amigos.

Mas para tudo tem um jeito e a chave do mistério nesse caso foi “a venda”, com a perda do contato visual, perdemos o elo e a proximidade.

Para mim ele virou um curioso, como tantos que aparecem e para ele tudo era imprevisível.

Experimentou arranhões, contato em zonas erógenas e despertou para fetiches e partes do corpo que muitas mulheres não tocam, afinal esse é o comportamento usualmente praticado no mundo hetero, no qual um macho dominador é quem toca e explora o corpo da companheira e essa normalmente fica passiva na cena.

Ser tocado é algo diferente e deixar que isso aconteça sem “pré-conceitos” é muito avançado, digno de alguém maduro e aberto ao mundo.

Adorei o sabor da conquista, de ter pego alguém que me parecia inatingível, pelo todo contexto acima exposto.

Foi muito bom ter escutado dele: “você bate muito bem mesmo com precisão e técnica e a dor vira prazer”!


E que bom que existem heteros liberais e gays menos preconceituosos!



























































































22 de jul. de 2015

número 134

Ele é curioso e só queria conhecer o Studio.

Deixou no ar a possibilidade de que algo rolasse e claro que não deixei passar em branco.

Seus fetiches eram fáceis de praticar: vontade de lamber botas, tesão descomunal nos mamilos e louco para fazer sexo oral.

Todos os tesões atendidos e ambos satisfeitos.

A condição era por poucas fotos, o suficiente para relatar.

E essa também foi atendida, por isso fica o breve registro.

Ele é um cara gostoso e com um peito delicioso de mamar, agarrou e chupou as botas como se fossem um presente e o sexo oral então, era o doce que faltava para alegrar esse inciante.

Não conseguiu chegar perto da parede dos acessórios, ficou com medinho.

Ahh peninha, em compensação, gozou oferecendo as tetas.