11 de set. de 2014

A Cereja do Bolo de Baunilha

Um furo na sequência, mas vale a pena relatar.
Depois de dois anos, tive uma experiência Baunilha e prá completar foi com um Ruivo! O meu primeiro R U I V O!
O cara é demais e confesso que fiquei paquerando por muito tempo, olhei várias vezes seu perfil, até criar coragem (relações baunilhas são assim, a gente precisa ter coragem, risos...) de mandar uma mensagem e foi algo bem complexo, cheio de intenções e expectativas e queria muito que ele respondesse e percebesse em meu texto todo o desejo, que metaforicamente era ardente, foi mais ou menos assim “oi”.
E ele respondeu com a mesma vontade pude perceber todo o encantamento dele na resposta foi um imenso “oi”, quase tive um treco e por isso entendo bem quando o coração dos meus submissos dispara!
Bem, depois de um longo tempo de conversas e conhecimento, ontem foi o dia do nosso encontro e foi muito tesudo, completo e ardente!
Coitados dos ruivos, sempre tem alguém com brincadeiras metafóricas nesse nível, devem odiar isso, mas vamos em frente... o cara é maravilhoso: cabelo laranja, todos os pelos vermelhinhos, pele bem branca pra contrastar, barba mesclada entre o loiro e o ruivo, um peito lindo e rosado, coxas fortes e torneadas, também pudera o moleque é esportista e jogador de futebol.
Aliás ele se vestiu de jogador pra mim, o que parece ser normal para muitos, mas em cima de uma cama, ganha outro status. Um calção curto e apertado, meião até o joelho, chuteiras e camiseta de futebol, que aliás não era do Timão, mas tudo bem... o que importa é o conjunto da obra e que conjunto!
Alisei, mordi, lambi e comi, foi a festa em todos os sentidos!
Pena que ele não topou uma sessão leather e nem fotos, afinal ruivos gostosos e machos nesse nível são raros, mas de qualquer forma tenham certeza que ele foi a cereja do bolo e valeu muito a pena interromper a sequência leather, aliás não transava baunilha desde 2012 ou 2011, não lembro!
E agora minha paleta de cores está completa: branco, amarelo, vermelho, mulato e preto!



10 de set. de 2014

MATERIAL DIDÁTICO 07 - PODOLATRIA



“ Ela pisava o leito macio do riacho, acariciando a areia morna
do deserto com aquelas duas maravilhas.
Eles foram esculpidos por Deus, e sua contemplação cálida
transportou-me para o mundo onírico das paixões.
Eram pés perfeitos, pés que fertilizavam a terra e enterneciam
meus olhos calmos de amor.”

Omar Kabjaur




Olá, querido leitor, quem nunca sonhou em estar aos pés do seu Dom e se render a ELE? Quem nunca parou para imaginar que a sexualidade pode estar diretamente ligada ao paladar? Pois é... Já ouviu falar que todo grande conquista se começa por baixo? É isto mesmo!!! Comece pelos pés.

Vamos falar daqueles que quando recebem uma atenção totalmente especial, passam a ser um dos órgãos sexuais e eróticos mais fascinantes que você pode imaginar: os pés.

Podolatria: o ato de adorar e sentir prazer por pés. Depois dessa viagem, você vai querer estar no seu devido lugar, submisso, nos pés do seu Dom e você Dom vai perceber que um submisso bem treinado vai poder lhe proporcionar momentos inesquecíveis e sempre prostrado aos seus pés.




Cientificamente foi provado que a região da sola do pé funciona como o mapa do organismo. Para os chineses, os canais de energia de alguns órgãos partem dos pés. Para algumas pessoas, a excitação sexual tem muito a ver com a carícia feita com sensualidade e carinho nessa área. Deve haver algum nervo da região genital que se ligue a todo o pé.

O fetichista responde ao pé de uma maneira similar às nádegas ou seios. Alguns podólatras sentem prazer em ter seus genitais manipulados pelos pés do parceiro até o ponto de atingir o orgasmo e a ejaculação (footjob, em inglês). Este é, provavelmente, o exemplo mais frequente de excitação com o uso dos pés capaz de levar à satisfação completa (talvez por se tratar, também, de fato, de uma forma de masturbação). Outras fórmulas em que uso dos pés por si só acabam por levar ao orgasmo e à ejaculação também existem, todavia, variando de indivíduo para indivíduo.


O fetiche por pés varia enormemente e pode ser altamente especializado. Assim, um fetichista pode ser estimulado por elementos que outro considera repulsivos. Alguns podólatras preferem somente as solas, ou pés com arcos pronunciados, outros, de dedos longos, unhas longas, alguns preferem pés descalços, outros, pés calçados em certos tipos de calçados ou meias, alguns preferem pés muito bem cuidados, outros, sujos e com crosta de terra, outros podem até desejar o cheiro do que chamam de "chulé", no caso em que isso dá um certo prazer ao podólatra.


Há uma parcela de praticantes de podolatria que sentem prazer por não obterem a permissão para tocar os pés do parceiro. Eles desejam se arrastar sob os pés de alguém, preferindo beijar as marcas de seus passos. Como realização de seus desejos, satisfar-se-iam apenas beijando a sola do calçado, o cano da bota, ou cheirando a fragrância que deles sai. Muitos outros apenas desejam que um Dominador forte os domine, pisoteie-os, massacrando o membro, fazendo-os alcançar o gozo a custa de sacrifícios.



Para deixar suas relações ainda mais apimentadas, os podólatras recorrem a géis para massagear, géis comestíveis, com sabores diferentes dando um gostinho de quero mais na hora do prazer, e alguns objetos de brincadeiras como penas para cócegas.

Além da procura por assessórios de prazer, o podólatra pode aprimorar seus conhecimentos e dar asas à imaginação com livros sobre podolatria. “Manual do Podólatra Amador: Aventuras & Leituras de um tarado por pés” de Glauco Mattoso (vide Box), é um exemplo de supervalorização dos pés. Traz significados, cita objetos, cheiros, formatos e texturas propícias para satisfazer os podólatras de plantão. Há até alguns poemas inspirados na vivência do autor como podólatra. Para ter uma idéia desse universo, uma de suas frases marcantes é, “Tesão que não tem chulé, é diferente do meu”. Há também o livro “Tesão por Pés: A realidade de um gosto excêntrico.” de Giuliano Moretti, que abrange o assunto do fetichismo por pés em todos os seus aspectos. São brincadeiras, pesquisas com psicólogos, psiquiatras, sexólogos, e observações pessoais sobre o que é contemplar uma mulher da “cabeça aos pés”, literalmente.




Com 70% de praticantes homens, essa prática é uma das preferidas e mais populares. Eu tive meu primeiro contato quando me apresentei ao meu DONO e ao ser ordenado a lamber suas botas, entrei num estado, chamado por ELE mais tarde como subspace. O tesão por estar aos pés de seu DONO cuidando para que suas botas estejam brilhantes ou cuidando para que os pés DELE estejam bem massageados, beijados e bem lambidos são a melhor sensação de utilidade que um submisso, um escravo, pode sentir. Estar ali no lugar que é nosso por natureza nos faz ver que nosso maior prazer é estar aos pés de Quem servimos.

Você pode fazer parte destes 70%. Resta somente se entregar a essa maravilhosa prática e além de dar prazer para seu DONO, gozar como se não houvesse amanhã.




AUTOR: escravo 3 - Dom Barbudo


7 de set. de 2014

número 060

Às vezes, palavras não traduzem os sentimentos e, dessa vez, pela primeira vez, depois de muitas, estou com dificuldades.
Ele não foi uma experiência, nem uma sessão, esse garoto mudou o trajeto de muita coisa para mim, assim como espero ter mudado para ele.
Tudo começou de forma parecida, como tantas outras histórias e nem EU imaginava que um dia, aconteceria assim desse jeito: tão marcante e especial.
Ele apareceu por aqui, pelo Face, com uma frase simples, do tipo: “sou novato e inexperiente...”. E tudo começou... Isso faz muito tempo e, pelas características dele, não acreditava que um dia, se transformaria em real, por ser de outra cidade e outros fatores.
Eu o conhecia apenas pela webcam e ficamos conversando por muito tempo, até começarmos a imaginar em um dia nos conhecermos.
A vida seguiu e os contatos começaram a ser frequentes, devagarinho, por algumas partes do dia, até chegarmos nas muitas mensagens por dia, toda hora, para falar de tudo, decidir sua roupa, seu horário de banho, sua alimentação, eu já tinha um escravo fixo e não sabia!
Um dia, ele decidiu e eu apoiei: “- Quero te conhecer”, “- VENHA!”
Ele viajou por mais de 12 horas para me encontrar; só por esse ato, já imaginei que algo estava diferente da minha rotina.
Quando fui buscá-lo na rodoviária, nossa, “bateu forte”... ele me olhou de um jeito que poucos tinham me olhado, com desconfiança, com medo, desejo, inocência e algo que fazia muito tempo que não via: determinação e pureza.
-“Senhor, sou assim, quando quero alguma coisa, vou de cabeça até conseguir”. Ali mesmo, eu queria colocá-lo no colo, abraçar, beijar e tocar nele.  O moleque logo me mostrou sua mão e o tremor que não deixava os dedos pararem, poderia ser o frio da madrugada ou o medo do desconhecido.
Ele tem cara de menino, corpo de moleque e cabeça de Homem, aliás, ele é hetero e temos certeza absoluta de que não existem dúvidas sobre sua orientação sexual, o que torna tudo mais especial e casa com questões que sempre esclareço aqui: que as experiências de D/S (Dominação/submissão) nem sempre estão relacionadas ao sexo. O que não deixou de existir nesses dois dias ( e foi um tesãooooo, mas que fez pouca diferença no resultado final... risos, tá bom, é mentira, foi um PUTA  TESÃO transar com esse cara macho, gargalhadas!!) .
Eu olhei dentro dele e vi que ali, tinha um submisso verdadeiramente virgem em mãos e tive todo o cuidado com esse menino, moleque, HOMEM!
Eu o levei para o Studio 57 e ali, comemoramos juntos um final de semana inteiro de experiências, novidades, sensações e certezas.
Fujo da idéia de ter “escravos” no sentido “sado” da mesma, pois não busco relacionamento, compromissos, ... enfim, curto ter experiências e seguir a vida... mas algo aconteceu e com esse, foi diferente, pois a única coisa que importava era: me agradar, me agradar e me agradar... novamente, tive a certeza de que já tinha um escravo em mãos, sem nomeá-lo como tal.
E o mais maravilhoso de tudo: ele não pedia nada, a não ser a minha atenção, em troca, me entregou tudo, como um cão faz com seu DONO. E que ninguém chegue perto desse animal, ele me pertence!
Participamos de eventos sociais e ele foi conduzido ao meu mundo BDSM, saiu do espaço restrito do Studio 57 e sua participação ao meu lado foi marcante, para todos o verem, conhecerem e saberem quem é o submisso 060, que mais tarde ganharia outro título.
No sábado, dia 19/07/2014, participamos da palestra e da festa do Carlos, e, em todos os momentos em que ele pôde, estava agarrado em mim, ou lambendo minhas botas, meus pés, minhas mãos com todo o desejo, dedicação e tesão que vi em poucos submissos até hoje.
Hoje pela manhã (20/07/2014), percebi que tudo estava amarrado, como em sessão de bondage, e não teve outro caminho a não ser trocar seu título de submisso 060, para “escravo 2”.
Foi um final de semana emblemático, marcante e forte, mas ele precisava voltar para a sua vida “normal” e, mais uma vez, fomos até a rodoviária, dessa vez, com água nos olhos e mãos geladas, não mais refletindo expectativas, mas, sim, tristeza.
Nesse momento, ele está no ônibus (viajará mais doze horas), enquanto escrevo essas palavras e releio sua mensagem, que escrevia pelo celular, enquanto me olhava com cara de menino triste pela janela do ônibus “quero ficar, parece que no meu pescoço falta algo”.
Devolvi: “Não precisa de mais nada em seu pescoço, a coleira é um mero acessório, o que importa foi o que vivemos e isso sim ficará para sempre guardado.”
O ônibus se foi, rumo à sua vida hetero, ao seu trabalho hetero e à sua noiva hetero, mas tenho certeza de que voltou mais HOMEM, mais do que poderia, um dia, ter imaginado.
Eu fico por aqui, relembrando a música na qual ele se inspirou até chegar em São Paulo, enquanto criava coragem para se tornar escravo...

“É uma ideia que existe na cabeça
E não tem a menor pretensão de acontecer.
Pode até parecer fraqueza,
Pois que seja fraqueza, então!
A alegria que me dá,
Isso vai sem eu dizer
Se amanhã, não for nada disso,
Caberá só a mim esquecer...
O que eu ganho, o que eu perco,
Ninguém precisa saber."



FOTOS DO MEU escravo 2 POSTADAS ESPECIALMENTE EM COMEMORAÇÃO AO DIA INTERNACIONAL DO BDSM, que foi criado no Reino Unido em 2008 e tem como objetivo apoiar e disseminar a consciência e o apoio às práticas de fetiches e ao encorajamento dos membros dessa comunidade que ainda se mostra de forma tão secreta e restrita!































6 de set. de 2014

números 059 e 050

Um cara grande, alto e cheio de desejos.
Foi difícil de domar esse touro, ele contorceu demais.
O submisso 050 foi convidado a participar e ficar na posição de voyer. Ele é muito medroso, pois é noivo de mulher, não pode ficar com marcas e tal e fica mais ansioso quanto toco nele, basta chegar perto desses mamilos que ele fica todo molinho e quando perguntado, não demonstra dúvida: sou seu cão , sua puta!
Pois bem, durante a sessão, mandei o submisso 050 escolher alguma ação para que eu aplicasse no submisso 059, como sinal de respeito por ele ser o mais antigo no momento... e o sub 050 falou firme com o sub 059 quando esse me olhava, algo do tipo: “Faça o que o meu DOM está mandando”... gargalhadas, pra que ele fez isso, levou um tapão na cara na mesma hora.
QUEM MANDA DENTRO DO STUDIO 057 SOU EU, os demais podem ser convidados, mas precisam manter a ordem da hierarquia.
Ele entendeu bem, quase chorou.
A sessão seguiu de forma quente, e como em outras vezes, gosto muito de ter dois submissos me lambendo e servindo como deve ser.
Esses já sabem como EU gosto!