21 de set. de 2014

números 067, 068 e 069

Essa sessão ocorreu no Dia dos Pais e apesar de nenhum deles verbalizar, me senti o verdadeiro Dad, afinal os tês viajaram para São Paulo para me verem.

Vocês me acharam convencido? Sinto dizer, mas essa “característica” é quase inevitável para um DOM!, além de ser o centro das atenções, pelo menos para os meus escravos encoleirados.

Bem voltando aos submissos, foram três cães que imploraram por sessão e precisavam sentir a coleira no pescoço, ajoelhar aos pés de um Homem e serem controlados e humilhados e todos tinham apenas esse final de semana, pois retornaram para suas cidades no mesmo dia ou no seguinte. Então nada mais justo que uma sessão única para três candidatos!

Já vou avisando que no máximo permito seis submissos simultaneamente (brincadeira viu!)

Classificarei pela ordem de chegada, o primeiro ganhou o número 067, um submisso tesudo, com certa experiência em dog play e poney play. Foi um tesão levar esse cão para cheirar todos os lugares da minha casa, principalmente o vaso sanitário e a minha cama. Aliás ele fez um bom trabalho no vaso, depois mandei esfregar-se na cama, subir nela e sentir o cheiro no lençol, principalmente onde durmo, para penetrar todos os cheiros e aguçar seus sentidos.

Na sequência andei de poney pela casa e foi uma das cavalgadas mais gostosas que tive, o moleque apesar da pouca idade, tem força nos pés, pernas torneadas e musculas. Apesar dele não sentir tesão nos mamilos, foi uma chupada de respeito.

O segundo que chegou, ganhou o número 068 e com esse a coisa foi mais suave, pois é virgem em SM, não sabia nada, nunca tinha visto ou sentido qualquer das práticas de BDSM, aliás bem do jeito que EU gosto. Esse submisso foi enquadrado e quando vi aquele corpinho, nossa que tesão, foi muito bom passar as mãos nele, sentir os mamilos, a barriga, as coxas, muito gostoso.

Gosto mais ainda quando pego submissos que nunca tenham tido experiência com alguém que saiba cuidar de um peito como EU, essa é uma das minhas partes preferidas do corpo.

Ele também nunca tinha usado algemas. Sinto muito prazer em olhar no fundo dos olhos desses moleques e sentir o medo, a ansiedade e o tesão encobertando tudo isso!

E o terceiro chegou, afoito, com vontade, totalmente submisso, prestativo e obediente. Com esse teclei muito no Face antes de partirmos para a real e por ser de outra cidade, aliás os três são de estados diferentes de SP, veio determinado e firme em seus propósitos, afinal não podia perder nenhum minuto do meu precioso tempo.

Um cara robusto, com muita energia, cheio de fetiches e taras, um tesão de moleque. Diferente dos outros, é muito mais sensível nos mamilos, barriga e coxas e isso me deixa louco, pois adoro pessoas que sentem intensamente, que se contorcem de tesão e se desdobram de prazer, foi o caso dele!

Agora imagem o quanto um DOM precisa ter controle da cena, afinal tinha em mãos três novatos e iniciantes, os três com desejos, taras e fantasias, muitas vezes parecidas, mas todos querendo serem únicos para MIM.

A sessão foi intensa e com tanta carne espalhada pelo chão, tive a possibilidade de usar uma técnica com cada um e deve ser saboroso e amedrontador para um, ver o outro sendo usado, quem sabe ele não será o próximo da fila? Lembram da fila de vacinas na época do colégio? É o mesmo sentimento... gargalhadas (sádicas)!.

Me senti o PAIZÃO nesse dia, tá certo que as avessas, mas foi engraçado ter vários filhões aos meus pés. Por um determinado momento, ter um no colo fazendo spank, poderia bem ser um PAIZÃO batendo em seu FILHÃO! Acabei descobrindo que o Dia dos Pais, me rendeu muito mais submissos que no dia da Parada Gay em Sampa.

Sem contar no meu submisso tesudo, gostoso e sexy do dia anterior, que também viajou para ter uma nova sessão com seu DOM. Mas essa sessão EU conto depois!



















20 de set. de 2014

número 066

Foi uma noite incrível e esse sim posso dizer que é um cara travado.
Já virou algo engraçado dizer que é hétero, mas repito o que me dizem, e de duas uma: dizem isso para me agradar, ou é a mais pura verdade.

Nesse caso, o submisso é alguém público e com jeito, cara, voz e comportamento de hétero e sabem qual a diferença? Héteros não sabem beijar outro Homem, ficam errados, sem jeitos e com muita tendência a dar bicoquinha ao invés de grudar com tesão.

No começo da sessão foi difícil fazer ele relaxar e o tom era sempre monossilábico, do tipo; sim SENHOR, não SENHOR...

Mas mesmo assim, levou spank, cheirou o couro, alisou com cuidado e aos poucos foi se soltando. O clima começou a esquentar quando praticamos “dog training”. Porra, percebi que tinha um cão tesudo aos meus pés , dedicado, com rabinho abanando e grudadinho em minhas pernas, foi muito tesudo. E quando ele buscava o brinquedinho então? Eu jogava bem longe e ele ia correndo com a maior felicidade. Ver aquele cara que na sua rotina chefia uma grande equipe e que é conhecido publicamente por muitos, como um cão feliz, me deixou duro e louco de tesão, isso sim é PODER.

Algemei ele na parede e comecei a descobrir os detalhes do corpo, até que cheguei na barriga e mamilos. Ele simplesmente quase virou cambalhota quando comecei a me dedicar aos mamilos, aliás sou especialista nisso, só de falar já fico excitado!

Héteros também não tem essa experiência, pois poucas mulheres cuidam do corpo todo de um homem, naturalmente elas esperam mais ser agradadas.

Para encurtar a história, confesso que fiquei quase uma hora mamando os peitos desse cara e pela primeira vez aconteceu do submisso gozar sem tocar e para minha satisfação, foram duas vezes e o extasie da segunda vez foi tão intenso que por alguns segundos o corpo dele estava todo sensível. De verdade, percebi o quanto isso foi avassalador. No álbum postado no meu blog está a foto da cueca molhada para comprovar. Vocês já gozaram sem tocar no pau? Eu adoro fazer isso!! (Não posatarei no FACE para não correr riscos de dnúnica!)

Depois disso continuamos mais um pouco, mas já estávamos no final da sessão, quando recebi uma mensagem de um convidado, que disse estar a caminho.

Era um contato do Face, que tem vontade de ser voyeur, do tipo clássico: não ser tocado, nem beijado, apenas olhar e apreciar...como o cara é muito tesudo, permiti, afinal olhar para ele também é excitante.

O submisso 065 já estava vestido para ir embora, quando começou a retomar o tesão e a sensação de ser visto esquentou o ambiente. Ele se despiu e recomeçamos... o voyeur chegou e como prometido, ficou por perto olhando, examinando, querendo tocar, mas sem poder... a não ser seu pau.

A sessão retomou e na frente dele ainda tivemos uma prática especial, a penetração. Foi muito bom sentir o hétero apertado como um virgem e daí veio a confirmação, o cara realmente não tem experiência em ser passivo, a coisa ficou tesuda, quente, excitante... foi demais e de forma explosiva, os três chegamos mais uma vez ao clímax.

E esse cão voltará, afinal já tem DONO e quem sabe, será novamente observado.

Do voyeur não tenho foto, afinal ele precisa passar desapercebido, cabe saber apenas que alguém está por ali, respirando, olhando, vigiando, já o clímax do submisso 066 foi sentir-se observado, estou errado cão?

Certeza que não...















19 de set. de 2014

NOTA sobre Paus e Bundas



ESCLARECIMENTO!

Muitos perguntam por que não posto fotos de pau, bunda ou qualquer parte mais íntima?

Resposta Fácil:

A minha proposta é criar um Blog sério, tendo como abordagem principal as minhas experiências dentro da cultura D/S (Dominação / submissão) e trazendo questões voltadas ao Universo BDSM, seja ele dentro do nosso país ou do exterior e nesse contexto, acredito que fotos de nudez, quando tiradas nas nossas sessões, são muito particulares, intimas mesmo e dizem respeito a MIM e aos meus.

Fotos de nudez vários postam, mas de sessões e mostrando a cara, são poucos!

Essa é a minha linha e eventualmente prometo presentear, como no caso dos submissos 073 e 074!

Aliás, tem um submisso muito gostoso que não pode ficar de fora do chamado "Presente dos Paus", aguardem por esse post!

E quem sabe o também menos famoso "Essas Bundas Maravilhosas".

Risos... aguardem!




17 de set. de 2014

MATERIAL DIDÁTICO 08 - CINTO DE CASTIDADE



Inicialmente o cinto de castidade era usado na antiga Europa Medieval. Era um símbolo além de tortura, de controle e proteção para as mulheres.

O primeiro motivo no qual usava-se um cinto é porque os cavaleiros passavam muito tempo em suas cruzadas e, para manter a sua mulher a salvo e manter sua honra, a trancava em um cinto de castidade a fim de evitar abusos e estupros. Em um segundo caso era usado como tortura para mulheres que eram consideradas adúlteras.

O cinto de castidade, na Europa Medieval, masculino já existia, mas em bem menor número e era usado principalmente por servos em castelos, com o propósito de proteger as mulheres do ambiente a possíveis tentações dos mesmos, por este motivo trancava-os em castidade.




Atualmente o cinto de castidade masculino se tornou mais comum e até superou o feminino em número, muitas vezes ligado ao BDSM, porém não necessariamente sempre é um símbolo de controle àquele que está submetido à castidade. Significa que ele entrega o controle do seu corpo para o outro, sua parceira ou parceiro.

O cinto de castidade impede que o homem tenha ereções, fazendo uma pressão e gerando desconforto quando acontece, o casto nunca tem a chave do cadeado, fazendo com que seja submetido ao controle do outro.

Psicologicamente o homem que está trancado ao cinto de castidade depois de um período começa a mudar o comportamento, tornando-se mais atencioso e dependente do portador da chave.

Este modelo mostrado acima é o mais comum entre todos, pela fácil higiene e descrição por baixo de roupas, a fim de poder ser usado por longos períodos. Porém é considerado o com menor segurança, em relação aos outros. Existem também cintos que passam pelas costas e ânus, uns com um plugue anal, outros não, a fim de manter mais a segurança, porém são bem menos discretos e difíceis de usar por longos períodos por impedirem as necessidades fisiológicas.



O cinto de castidade apenas pode ser colocado quando o possível usuário não está excitado. Alguns recomendam usar gelo para conter a excitação. Eu recomendo que use grandes quantidades, por uma experiência própria. Às vezes apenas um pouco de gelo é pouco pelo tesão do momento.

Tive uma experiência curta com o cinto de castidade, pois pela excitação simplesmente não foi possível colocado, mas, se for a vontade de DOM BARBUDO, espero ser trancado e ficar completamente em sua posse.

Este é o sentimento que cerca usuário e portador da chave de um cinto de castidade,




Existem como este, cintos de castidade mais pesados, com maior segurança, a fim de não ter possibilidade de tirá-lo como o anterior, mas também dificulta as necessidades pessoais e a higienização. É de alguma forma mais rústico, porém é mais seguro e tem um custo maior do que as outras versões, caso esteja interessado, a marca fabricante é CARRARA.


Existem também sintos como este, tem a mesma propriedade que o anterior com o cinto para não haver nenhuma possibilidade de ser removido, porém esta versão deixa amostra algo que também pode estar incluso no anterior, um plugue anal, que ficará presto junto ao cinto e trancado, indo da opção do portador da chave querer ou não colocar um incluso.


Existe também esta versão em silicone, e esta é uma das inúmeras que vem surgindo no mercado para que se tenha conforto e possa de usar o cinto de castidade por períodos cada vez mais prolongados, mas deve se alertar sobre alguns ricos sem se usar o cinto de castidade.

O cinto de castidade usado por um tempo muito prolongado pode causar no futuro problemas de ereção e ejaculação devido ao trancamento em uma única posição e a frustração da mesma por muito tempo.

A higienização é muito importante e deve ser feita diariamente, alguns modelos permitem que esta seja feita sem ser removido, porém deve estar atento a mesma, pois se pode causar doenças devido formação de fungos e bactérias entre outros inúmeros problemas.

O psicológico de uma pessoa em castidade por um tempo prolongado pode ficar abalado e causar transtornos obsessivos compulsivos, entre outros problemas mentais devido ao controle excessivo em alguns casos, deve-se ficar atendo ao comportamento daquele que foi trancando para evitar tais problemas.

Foi citado acima alguns dos problemas que podem ser gerados ao uso do cinto, e as vantagens nos tópicos acima, espero que tenha sido algo produtivo e informativo, e aproveitem, pois a chave de tudo é o controle, CBOY, cintos de castidade.


AUTOR: escravo 2

16 de set. de 2014

número 065

Alma de escravo, com postura correta, comportamento exemplar e necessidade de reconhecimento.

Impressionante foi ter encontrado esse submisso 065, que hoje é o meu escravo 03.

Nosso contato começou pelo Face e um dia marquei de nos encontrarmos em uma festa leather e mandei ele aproximar-se sem dar nenhuma palavra e ao me ver, que ficasse aos meus pés, independente de onde estivesse ou com quem estivesse conversando.

E ele atendeu a minha ordem, foi em um encontro promovido pelo Carlos Leatherboysp, e o submisso não hesitou, ele atravessou uma roda de amigos e sem cerimônia, jogou-se ao chão, que aliás é o seu lugar nato.

A sessão de encoleiramento foi cheia de simbolismos e diferente das demais, começamos um treinamento de adestramento aos MEUS DESEJOS, NECESSIDADES E VONTADES.

Mas antes disso tudo, preciso lembrar do momento espetacular em que o submisso travou na porta do Studio 57, ele realmente não conseguia dar o primeiro passo a frente, mas era preciso, ambos sabemos que esse momento de escolha e entrega, apesar de difícil é recompensador, quando o fruto disso é a realização de um sonho, uma vocação, um desejo, fetiche ou mesmo o encontro mais profundo com a sua natureza, por isso sempre reforço a necessidade dos submissos escolherem bem seus parceiros, para que a experiência resulte em momentos saudáveis e sadios, física e psicologicamente.

Ele deu o grande passo e foi com o pé direito. Depois que entrou, ficou como um bobão olhando para todos os lados, parecia que não conseguia enxergar um palmo a frente do nariz.

Depois da travada inicial, ele entrou com o pé direito e nada mais teve que decidir, ficou absolutamente entregue e tomei conta da situação.

Ele ainda me levou dois presentes: o primeiro foi uma garrafa de vinho e o segundo um squeeze para que EU sempre lembre que ele está malhando todos os dias para me agradar.

Um tesudo, que não posso esquecer de comentar, foi quando ele deixou A SOLA DAS MINHAS BOTAS BRILHANDO, FOI MUITA SALIVA DELE, MAS VALEU O ESFORÇO, AGORA MINHAS BOTAS BRILHAM COMO NUNCA!

Ele é muito bom e sabe bem o seu lugar: embaixo das solas das minhas botas BRILHANTES!

Hoje seu pescoço me pertence, seus desejos são meus, sua rotina é monitorada e de comum acordo, ele responde às minhas determinações.

Como escravo, terá funções diárias e atividades complementares ao longo da semana, aliás teremos novidades no Face e no Blog, material que será produzido pelos escravos, com MINHA SUPERVISÃO, para deleite dos leitores, amigos e fãs.

Relato pré sessão
Quando recebi a notícia, estava cortando cabelo. Caraca, foi incrível como fiquei mudo, perdido de medo e tesão. Comecei a ler as instruções e parecia não acreditar. É hoje! É hoje que vou servir ao meu SENHOR e DONO. Separei as roupas e os acessórios. Reli as instruções sem nem sonhar em errar. O medo numa escala de 11. Tentei imaginar várias cenas. O medo tirou minha fome. Tenho certo em minha cabeça que cedo ou tarde eu serei SEU escravo e farei o possível e o impossível para merecer a coleira. Eu quero sentir a dor se misturando com prazer, ser um brinquedo em SUAS mãos, não ter limites, muito menos usar palavra de segurança. Quero estar aí no seu chão, ser seu tapete, seu cão, estar vulnerável e entregue para TE servir, ver ter tesão por mim e me colocar no meu lugar de escravo. Para explorar meu corpo, minha mente da maneira que o SENHOR desejar. Vou para o banho para me apresentar cheiroso e bem arrumado para agradar muito ao SENHOR que despertou esse escravo amedrontado e fervoroso dentro de mim.

Relato pós sessão
Bom dia, SENHOR DOM BARBUDO, meu DONO, começo aqui a relatar minha pós sessão da 1ª sessão, ainda sobre efeito de felicidade e tesão. Depois de sair de casa e entrar no ônibus tive uma sensação parecida com a que tive há exatamente 9 anos quando fui andar de avião pela primeira vez. Quando o avião iniciou a decolagem eu pensei: agora não dá pra voltar atrás. Tentei me distrair no caminho, mas não deu. Eu estava com um medo gigante. Fiquei em frente ao prédio por mais uns 5 ou 6 minutos pensando e lendo as instruções mais uma vez. Tomei coragem e prossegui. Cheguei ao andar. Ao ouvir o barulho de uma porta se abrindo, tremi, travei. Havia todo um clima. Eu simplesmente travei na porta. Ouvi uma voz firme me ordenando ir para o capacho. Eu estava tão nervoso que não enxergava um palmo à minha frente. Fui até o capacho e me ajoelhei com as mãos para trás e cabeça baixa. Senti seu toque e SUA mão no meu peito e comecei a tremer de uma forma que parecia que eu ter um infarto. Fiquei louco de tesão. Quando o SENHOR se afastou, eu só ouvia barulhos do SENHOR mexendo em algo. Senti o medo ao máximo, mas me recordava do que tinha escrito antes: confie em mim. Como não confiar? Passou um filme de tudo o que li no blog, no face. Estava lá para servir ao SENHOR. Foi um momento que nada no mundo vai apagar de minha mente: O encoleiramento. Aquele clique que dizia que a partir daquele momento eu era SEU, SUA posse. Uau. Fui ao céu. Eu sou o escravo 3!!! Eu tive a honra de receber a coleira de escravo do SENHOR. Só quem tem essa honra sabe do que estou falando. Sem palavras! Que beijo!!! Perfeito. Que delícia!!! Mais um desejo realizado. E a mistura de cheiros era de pirar. O couro, seu sexo, sua barba, seu perfume. Eu saberia reconhecer de longe meu MACHO, meu DONO porque o cheiro é único, marca território. As lembranças de cuidar de SUAS botas com muita lambida não saem da minha cabeça, assim como ficar algemado e sentir todas as diferentes sensações provocadas pelos prendedores, arranhões, chupadas, cócegas... Sou fã da “Ola” agora. Que chupada no peito seguida da barba! Tive um orgasmo interno que me contorceu e por fim não segurei e gozei sem nem tocar no pau. Nunca tinha acontecido comigo. Que pau gostoso o seu e que gozada maravilhosa!!! Ser seu cãozinho e conhecer cada canto do Studio 57 e saber das obrigações e executá-las foi perfeito, foi um tesão. Pisada no saco será sempre bem-vinda, como é bom. Tudo coroado com um belo Spank de que agora sou fã fiel. Dá uma vontade de desobedecer bem de leve só pra ser punido. rs. E o SENHOR tão atencioso depois de explicar o porquê e dar o castigo, ainda teve misericórdia de passar pomada para refrescar a sensação quente e gostosa. O jantar foi show à parte. DONO e escravo somente sabiam da situação e fui presenteado com a sobra de seu prato. Um manjar dos deuses pra mim. A despedida só não foi tão triste porque sei que voltarei. E cada vez melhor para te servir, meu DONO. É só lembrar que o tesão vem e corro para homenageá-lo, SENHOR. Dormi feliz e agarrado ao meu número de sorte 3. Sou SEU escravo 3. É muita honra.