21 de nov. de 2014

número 090

SEQUESTRO CONSENTIDO!
(NOTA: Praticado conforme fetiche de DOMINAÇÃO e de forma consensual)

Ele tremia de medo, mas era tudo o que queria.
Peguei-o no lugar marcado e seguimos até o Studio 57! No caminho, fiz pressão psicológica e já dominei desde o início.
Ele estava com a respiração curta, falava baixinho e tremia as mãos.
Você é capaz de sentir o que ele sentiu?
Pense: você é levado por um cara que não conhece, segue as regras de forma submissa, é repreendido quando sai milimetricamente da linha e seu campo de visão restringe-se a um par de botas e uma calça jeans, daquele que promete te dominar e te transformar em um NADA. Para completar, EU falando em seu ouvido, ratificando sua posição de escravo, de submisso, de cão obediente e perguntando seguidamente sobre seu medo e temor.
Sinta apenas uma voz guiando você, determinando que não olhe para frente, para cima, para os lados e, principalmente, para o MEU rosto, sob pena de apanhar ali mesmo, na rua, na frente de todos. Seu direito: siga e confie.
Você confiaria?
Ele confiou e foi até onde determinei! Depois que chegou, a dominação foi completa e, como muitos, esse submisso rastejou, lambeu minhas botas e se contorceu de tesão.
Quase chorou quando levou spank, mas depois confessou que gostou.
A sensação já foi diferente, com as cócegas nos pés e a mamada nos mamilos.
O garoto foi iniciado e está por aí, jogado no mundo, agora mais submisso e obediente que antes!
Também tenho uma certeza: deve estar tão excitado como você, caro leitor, ao ler sobre essa sessão.
Quer masturbar para mim?

I M P L O R E: dombarbudo@uol.com.br



















19 de nov. de 2014

número 089

Happy Hour! Esse termo nunca foi tão bem empregado!
Essa vai especialmente para quem gosta de executivos, alinhados em suas roupas sociais, num belo terno, gravata escura, sapatos pretos e meias finas. Um homem cheiroso e requintado, que tem o controle e precisava sentir na pele como é obedecer.
Ele leu bem as instruções e logo que entrou, ajoelhou-se no capacho vermelho, lugar natural de um homem submisso, seja ele poderoso ou não, em sua vidinha socialmente regrada.
E o melhor de tudo é que achei uma coisa rara: um paulistano Gremista!
Tesão... ele adora futebol e, por vezes, durante nossas conversas, informava-me, com dor ou paixão, os resultados dos times pelos quais ele torce e ainda me provocava quando os meus empatavam ou perdiam... EU só dizia, “ah que pena”, mas no íntimo, guardava uma surpresa para ele. Quando chegou, já recebeu o que era um presente: joguei o chinelo colorado no chão, esfreguei a cabeça do executivo nele e determinei: LAMBA!
Ele lambeu meio que desnorteado e quando lhe dei o primeiro tapa na cara, entrou na linha e, desesperadamente, querendo agradar e não sabendo ao certo como agir, lambeu como um cachorro afoito. Essa era a hora certa de dizer: “repete o placar, conta quem está ganhando nesse Grenal?”
Na hora do spank, outa surpresa: nunca tinha pego, ATÉ HOJE, uma bunda tão redonda e dura, fiquei surpreso! No começo, ainda não tinha percebido e depois de algumas palmadas, ainda comentei... “relaxa a bunda” e continuei a bater, e nada daquela bunda amolecer, falei novamente: “solta essa bunda” e o filhão lascou: já está solta... não acreditei, mas era tudo aquilo mesmo e, incrédulo, ainda perguntei: “você malha a bunda?”
Ele disse: “não, é assim mesmo”! (já estou excitado novamente, só de lembrar) E aqui, atesto que nunca tinha pego uma bunda tão linda e dura como essa, mesmo aqueles mais malhados, nunca vi nada igual!
Esse moleque, peguei virgem e o entrego ao mundo bem comportado e desperto para uma nova condição: submisso de HOMENS.
E o próximo que pegá-lo pode fazer a comprovação: coloque-o em qualquer parte da casa, bata o pé firme no chão e você perceberá que, em poucos segundos, o executivo virá correndo, engatinhando ou rastejando e se jogará aos seus pés e abraçará suas botas, com a maior paixão do mundo. MAS TRATE-O COMO SUBALTERNO, O CHEFE, DESSA VEZ, NÃO É ELE.
Ao final, perguntei, como em todas as sessões: “como você se sente?”
Ele respondeu: “submisso e usado!”
E EU ainda completei: “e feliz!”
Ele confirmou: “sim SENHOR, muito feliz!”

É, nessa partida, deu empate!

























18 de nov. de 2014

número 088

UUm menino de 18 anos, com um rostinho ingênuo e de novato, não só em BDSM, mas na vida também.
“Você tem 18 anos menino?
‘Juro”, foi a resposta dele, mas claro que pedi, para ver, sua Carteira de Identidade, afinal, sou um cara responsável e evito problemas de qualquer ordem.
De fato, ele tem mais de 18 aninhos.
Na hora de preencher o “contrato”, que sempre antecede minhas sessões, isso ficou muito claro, pois foram raras as suas marcações.
E foi assim, uma sessão com itens básicos, entre eles, máscaras, acessórios que causam sensações, couro e dominação.
No começo, nem podolatria ele queria, mas aí, entra o conhecimento do DOM e a percepção do potencial de cada um e, claro, foi orientado, no começo, com calma, depois, com energia e força e hoje, posso garantir que esse menino virou um adorador de pés.
O mais gostoso foi ouvir dele, depois da sessão, que todas as coisas que tinha medo de fazer lhe causaram tesão e que saiu com duas certezas: “foi muito melhor do que imaginava e que renderei várias punhetas, por vários anos...”
É assim de que gosto: “um jovem aprendiz, com um DOM professor”.











17 de nov. de 2014

número 087

Tudo começou pela rede social, com uma mensagem despretensiosa, falando um pouco de si e, claro, elogiando meu Blog e a forma como conduzo as sessões, mas o que me fisgou foi o comentário dele: “sou tímido e minha fantasia maior, acho que é ser dominado, me sentir usado e castigado por um macho de verdade; e meu fetiche principal se concentra mesmo nos pés, curto muito lamber, cheirar e beijar pés de homens, porém tudo o que envolve ser sub me excita.”
A conversa foi longe e, diferentemente das outras vezes, escolhi encontrá-lo no Metrô.
A ordem foi assim: fique sentado no banco mais próximo do começo da estação e, a cada trem que chegar, baixe a sua cabeça. Eu chegarei perto de você e não levante a cabeça, nem tão pouco olhe no meu rosto, a única coisa que verá é a minha bota cinza, que uso diariamente para trabalhar e a minha calça jeans azul clara, quanto ao resto, não se preocupe, EU CONDUZIREI.
E foi assim, encontrei um moleque com boné, calção e camiseta me esperando exatamente no lugar marcado... fiquei distante, analisando suas reações e quando o metrô chegou, ele baixou a cabeça e ficou quietinho, parado no seu lugar; depois que o vagão se foi, ele tremeu as pernas e respirou fundo, de certo imaginou: “não foi dessa vez”!
Mas foi logo em seguida, já no próximo! Apareci, sentei-me ao seu lado e falei dentro do seu ouvido: “sou EU e, como já te disse, não me olhe, faremos o seguinte: você irá na frente e eu te conduzirei pelo caminho, confie em MIM e siga em frente”!
Tinha um rapaz ao lado dele e, por certo, achou que fosse algum sequestro, pois o menino levantou do banco e, de pronto, seguiu como mandei, sempre de cabeça baixa e olhando para o chão. Ele na frente e eu atrás.
Caminhamos até o Studio 57 e, no caminho, ele me contou todos seus desejos, fantasias, da pouca experiência, mas a certeza de que sempre desejou obedecer, ser controlado e guiado por um homem. EU estava com o controle total nas mãos e logo quis definir os papéis, para que não restassem dúvidas, então, fiz questão de jogar um objeto no chão só para fazê-lo abaixar até o chão em público e ainda mandei, na frente de quem quer que fosse: “passe a mão na minha bota, esse é o seu lugar”. Não vi, mas com certeza, seu pau cresceu; pelo menos, sua respiração mudou. Essa, EU notei.
A sessão foi fantástica; também não poderia ser diferente quando se encontra um submisso de alma, um rapaz lindo, loiro, de olhos azuis claros, profundos e sedutores, com uma pele cheirosa, gostosa, um corpo delicioso e nada menos que 1,90 de altura.
Sua voz sempre doce e trêmula, suas mãos estavam geladas e sua voz, baixinha, mas em momento algum, demonstrava arrependimento, disse o tempo todo que EU tinha sido cuidadosamente escolhido e ele sabia que poderia confiar.
Ele experimentou várias práticas, entre elas: o spank, a podolatria, humilhação e controle.
Esse menino foi puro encanto e prazer, desde o início foi doce, meigo, submisso e obediente, um verdadeiro escravo sedento por ordens e controle.
E quando perguntei:
“- Você nunca teve oportunidade de praticar podolatria, mesmo nas relações convencionais?
- Os caras não entendem, acham estranho e até já tentei, mas de caras que nem sabiam o que era dominação”. Logo pensei, que sorte a minha!
Ainda bem que tem caras por aí que não sabem valorizar uns fetiches, tesões e fantasias.
Assim, moleques como esse chegam em minhas mãos, sedentos por encontrar no seu DOMINADOR, NO DAD, NO CARRASCO, NO FEITOR, OU SIMPLESMENTE NO HOMEM, o cara que saiba compreendê-los.

EU SEI!

























Hoje foi o dia em que fui iniciado e pude ser dominado pela primeira vez na vida, por conta disso, desde o começo estava muito nervoso, acredito que isso seja algo comum no ser humano, temer o desconhecido, porém mesmo com mãos gélidas e suando frio, meu tesão e a vontade de ser seu capacho falaram mais alto, e assim criei forças para seguir em frente.

O tesão em me sentir dominado, vulnerável e indefeso era muito melhor do que eu imaginava, e ser castigado, gostar disso, e querer retribuir a dor com carícias e beijos pelo corpo do meu mestre, é um sentimento que eu nunca irei conseguir descrever.

Durante toda a sessão me senti em êxtase, as dores que sentia se transformavam em tesão, e minha vontade era que o tempo parasse ali e eu continuasse sendo seu dog submisso para sempre, castigado por toda a eternidade. Fico até sem palavras para expressar o quanto estou feliz em ter realizado essa fantasia, acredito que finalmente encontrei o lugar ao qual pertenço no mundo, que é embaixo das solas de um mestre de verdade, o servindo e executando seus caprichos.

E, se eu deveria me sentir preso ao ser acorrentado? Muito pelo contrário; me sinto agora mais livre do que nunca.

Obrigado Mestre Dom Barbudo!