21 de dez. de 2014

Candidato a submisso PIG

TEXTO QUE RECEBI DE UM CANDIDATO a submisso PIG!


Logo será mais um dos meus "numerados"!



"Muito tempo atrás, havíamos trocado algumas palavras. ELE havia me dado um pouco te atenção. Tempos atrás, também, eu havia conseguido manter contato pelo Skype por uma única vez. ELE me humilhou, fazendo uma das coisas mais interessantes que eu jamais havia provado em toda minha existência como sub: me fez escrever 100 vezes seu NOME num papel e me vez mastigar e engolir alguns deles. De certo modo, este ato acabou por nos conectar para sempre. DOM BARBUDO. DOM BARBUDO. DOM BARBUDO.

Acho que engoli 3 vezes o seu nome. Infelizmente, para meu infortúnio, veio a condição de que eu jamais deveria procura-lo pelo Skype. Aquilo me deixou desesperado num ato de espera sem fim. Me contive. Muito tempo se passou e eu resolvi arriscar novamente uma conexão. Contrariando as regras, passei a saudá-LO no Skype e a implorar por sua atenção. Fui correspondido e acabei por encontrar num DOMINADOR totalmente preparado, com submissos aos seus pés, fotografias, blog, masmorra. Todo esse universo me deixou ainda mais maluco.

Trocamos algumas ideias e ELE me entendeu (e parece que se interessou) como o porquinho que tenho me sentido atualmente, desesperado para ser zuado e humilhado, para me sujar com comida. O otário aqui está com um vazio no estômago, um calor na espinha, esperando e esperando uma possibilidade de entrega total ao DOM BARBUDO. Um vazio preenchido cada vez mais pelo desprezo deste LOIRO SUPERIOR. Este vácuo que me atormenta e que me excita.

Venho aqui a público, implorar pela atenção do DOM BARBUDO. Deixar claro que necessito me entregar e ser usado por ele. Usado e zuado como ele bem entender. Este sentimento fica ainda mais intenso quando abro seu blog e vejo fotografias de submissos sendo utilizados como objetos da casa. SENHOR DOM BARBUDO, por favor, lhe imploro aqui de joelhos por sua atenção.

Posso te servir, MESTRE?"



30 de nov. de 2014

Fotos da Festa Bearplay Sunday - São Paulo

Uma Festa bacana que aconteceu no Playground no dia 19/10/2014, quando os Bears receberam os Leathers, com meus amigos, Carlos Leatherboy e Tony Carlão.






27 de nov. de 2014

MATERIAL DIDÁTICO 12 - MASOQUISMO



Olá, leitores, hoje vamos fazer uma viagem ao obscuro da dor. Existe mesmo quem sinta prazer em sentir dor? Você já deve ter ouvido alguém falando que fulano é masoquista porque ama sem ser correspondido, mas aqui falaremos de algo mais profundo, instigante, prazeroso: a dor física.

MASOQUISMO!!! Nosso tema da semana promete desvendar suas maiores dúvidas e trazer à tona suas maiores taras.

Um brinde à dor... AI!!!





Leopold Ritter von Sacher-Masoch (Lviv, 27 de janeiro de 18369 de março de 1895) foi um escritor e jornalista austríaco, cujo nome esteve na base da criação, pelo psiquiatra alemão Richard von Krafft-Ebing, do termo masoquismo. O termo deriva de seu nome graças ao seu romance A Vênus de Peles (1870) em que um dos personagens atinge o gozo após ser surrado pelo amante da sua esposa.

Em 1861, tornou-se apaixonou-se por Anna von Kottowitz, a esposa de um médico, que era dez anos mais velho. Eventualmente, ela deixou seu marido e filhos e foi morar com ele. O relacionamento deles tornou-se sadomasoquista; Anna dominou-o, com seu incentivo, batendo-lhe com os punhos e também usando chicotes e bétulas.

Tempos depois, Herr Leopold von Sacher-Masoch dá sua palavra de honra a Frau Pistor para se tornar seu escravo e obedecer sem reservas, por seis meses, com cada um de seus desejos e comandos. A amante (Fanny Pistor) tem o direito de punir seu escravo (Leopold von Sacher-Masoch) de qualquer forma que ela achasse que se encaixaria para todos os erros, negligência ou crimes que ferissem às ordens e funções dadas por ela.

Durante seu casamento, tendências masoquistas do Sacher-Masoch continuaram a desenvolver. Sua esposa batia nele com um “gato de nove caudas”, cravejadas de pregos. Com sua insistência, ela tomou amantes, enquanto ele também ocasionalmente procurou mulheres que pudessem ser convencidas a dominá-lo. Eventualmente, ele a deixou para Hulda Meister, a quem ele contratou como sua tradutora chefe de uma revista que ele estava a publicar.



A Vênus das Peles é a obra mais conhecida de Leopold von Sacher-Masoch. O autor teve, em vida, o projeto de publicar uma coleção de livros chamada "O Legado de Caim", na qual trataria a condição humana na Terra. Ela é protagonizada por Severin, um jovem nobre, cujo pai possuía terras na região da Galícia (Europa Oriental); e Wanda, uma também jovem viúva que vivia em sua propriedade nos Cárpatos. A paixão entre os dois personagens se inicia com uma discussão sobre a possibilidade de efetiva felicidade das duas partes em uma relação duradoura entre homem e mulher. Wanda e Severin discutem a possibilidade de uma relação entre homem e mulher trazer efetiva felicidade para ambas as partes. Uma suposta tendência a dominação rege a discussão, frequentemente representada pela figura de um martelo que golpeia uma bigorna, acusando que no amor um necessariamente domina (o martelo) e o outro necessariamente é dominado (a bigorna). A solução para a discussão é o elemento que tornou célebre o livro de Sacher-Mascoh, Severin sugere a Wanda que seja o seu escravo, acordo que é selado com um contrato que põe a vida de Severin nas mãos de sua amada. A história é salpicada de cenas em que o personagem é amarrado e chicoteado por Wanda e, mesmo, por uma cena em que ele é posto a puxar uma arado sob chicotadas. Severin declara sentir prazer com tais experiências, durante as quais, pede que sua amante vista-se com roupas de peles de animais.


Masoquismo é uma tendência ou prática pela qual uma pessoa busca o prazer ao sentir dor ou imaginar que a sente. Em um sentido extenso pode-se considerar como masoquismo também a forma de prazer com a humilhação verbal

O termo masoquismo deriva do escritor austríaco Leopold von Sacher-Masoch, como vimos acima.




A denominação masoquismo define o prazer sexual relacionado com o desejo de sentir dor no corpo, será mediante a humilhação e dominação, o termo foi descrito pelo médico alemão Krafft Ebing. Entretanto, verifica-se que em muitos casos o prazer não advém exatamente da sensação corpórea de dor, mas sim de uma situação de inferioridade perante o parceiro sexual.

Atualmente o masoquismo está incorporado às subculturas SM e BDSM, como uma forma de expressão sócio-sexual coletiva ou individual.



“Quem sente prazer em ser humilhado, degradado física e mentalmente, sabendo transformar tudo, inclusive a dor, em prazer e excitação. Os praticantes de parafilias diversas vêm de encontro a muitos padrões de comportamento. Principalmente quem curte a dor é considerado fora do padrão “normal”.

Mas é preciso saber que o corpo “avisa” através dos nervos, ao cérebro, quando a dor o atinge. Por meio de métodos ainda pouco pesquisados, já podemos alcançar explicações para o fenômeno da dor aliada ao prazer.

O masoquista-erótico sente prazer com a tortura, mas tem seus limites. Busca relacionamento não-violento, sem agressividade. É uma ternura agressiva e uma carícia violenta. Apesar de não ter dedicado grandes estudos aos que sabem transformar a dor em prazer, Freud parece ter denominado de “masoquista-erotogênico”.”

(Wilma Azevedo. Sadomasoquismo sem medo. Pag. 20.)



“Está comprovado que algumas pessoas são mais sensíveis aos estímulos dolorosos. Essa diferença

provavelmente tem explicação psicológica. A ansiedade, assim como a depressão, por exemplo, são fatores que contribuem para intensificar a dor, podendo ser até desproporcional à lesão orgânica que a causou (como uma queimadura). Sendo assim, o primeiro passo para sentir menos dor é controlar os fatores emocionais (exatamente o que se tenta fazer nos cursos de preparação para o parto “sem dor”). Importante: a dor não permanece na mesma intensidade o tempo todo após a lesão. É que o próprio corpo, por meio de um “aviso” dos nervos, libera substâncias naturais para amenizar a dor. (É o que acontece com quem está predisposto a sentir prazer e não dor.)

A produção de um hormônio no cérebro chamado endorfina reduz a dor, porque age como analgésico.(Coleção A Saúde do Homem.)

Descobriram o Ponto “P” na coluna (chamado por alguns como substância “P”) agindo como uma “porta” para deixar que o estímulo doloroso atinja o cérebro em maior ou menor quantidade. (Coleção A Saúde do Homem e Vida e Saúde, junho 94.)”

(Wilma Azevedo. Sadomasoquismo sem medo. Pag. 31.)



Segundo reportagem da Folha: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff13099808.htm, seguem alguns cuidados para a prática de sadomasoquismo:

- Quem gosta de bater, amarrar ou encapuzar precisa adotar cuidados especiais com a segurança. Jogos eróticos desse tipo trazem riscos físicos e psicológicos.


- Grupos e especialistas que lidam com o tema lembram que amarrar alguém com muita firmeza e por muitas horas pode provocar desde problemas circulatórios até desmaios ou mesmo a morte.


- Não se deve manter alguém encapuzado ou coberto por máscaras por mais de uma hora.
- Na Inglaterra, um manual enumera os cuidados que devem ser tomados pelo adeptos do S&M.
- No Brasil, entidades de homossexuais dizem que brincadeiras sadomasoquistas devem ser evitadas com estranhos. Há relatos de mortes e violências contra homossexuais cometidas quando estes estavam imobilizados.


- Oswaldo Rodrigues Júnior, em seu livro "Objetos do Desejo", também traz uma lista de cuidados. Um deles: "As coleiras de cachorro, muito utilizadas no sadomasoquismo, devem ser usadas com certa folga no pescoço e não devem estar fixas em locais que possam causar asfixia e trazer possibilidade de enforcamento."


- Grupos que trabalham com prevenção à Aids alertam para o risco de contágio em rituais sadomasoquistas. "Tenha cuidado com arranhões ou cortes e certifique-se que, na excitação e abandono, você não derrame sangue", diz o "Guia Completo do Sexo Seguro", publicado no Brasil pelo Gapa. O livro chama atenção para as perfurações e o uso de piercing.
Colocado em alguns lugares, o piercing pode facilitar a entrada de bactérias e vírus.



Qual é o limite do ser humano em relação ao sexo? Talvez esteja na fronteira que separa o jardim das delícias, de onde fomos expulsos ao morder a maçã. As fantasias não têm limites; por mais estranhas que possam parecer, sempre têm explicações. Em nossa infância encontramos fatos em que o despertar sexual marcou-nos de alguma forma, ligando as primeiras impressões que tivemos sobre sexo, para o resto de nossas vidas.

A sensível perspicácia de psicólogos e sexólogos confirma que “a mente rege o corpo”. Por isso cada um tem sua própria maneira de fantasiar e usufruir dos prazeres sexuais. Mas a sociedade é muito rígida ao julgar atos alheios, quando desejam ser “diferentes”. Desde o “pecado original” estamos condenados a seguir um padrão estipulado pela maioria. Os que ultrapassam esses limites se fazem felizes com todo direito de quem transgride as leis dos que “atiram a primeira pedra”.




Particularmente adepto à dor, posso afirmar que a sensação de ser subjugado faz com que dor e prazer se misturem num coquetel para lá de saboroso e instigante em que neste momento sou apenas um objeto de prazer para àquele a quem sirvo: meu DONO.

Espero que tenham gostado.

Escravo 3 do Dom Barbudo.