24 de mar. de 2015

número 105

Admiro meninos de 20 anos, pois na minha época, não sei se teria coragem de me entregar a um DOMINADOR, ainda mais sabendo que ele tem algemas, mordaças, máscaras, etc...

Mas ele veio e não só com vontade, mas decidido e com muito tesão.

A sensação de passar a mão no corpo de um moleque desses me move de tal forma, que fico excitado a sessão inteira e não foi diferente com ele.

Quando coloquei a mão no peitinho dele, senti batimentos de um coração que pulsa por novidades. As pernas cabeludas me deixaram doido e o rosto dele, ah essa parte foi mais incrível ainda, pois o garoto é lindo, daqueles que dá vontade de pegar e ficar beijando profundamente. Claro que não deixei passar.

Quando preencheu o nosso contrato, ele respirava muitas vezes, com intervalos curtos e soltando muito ar, disse que não conseguia pensar e tudo o que sentia era tesão, tesão e tesão...

Como todo menino de 20 anos, tem pouco medo e muita força motriz que empurra para descobrir o mundo!

Fiz minha parte:
1)    Fiz jurar que nunca transará sem camisinha;

2)    Alertei para ter cuidado e evitar pessoas malucas quando buscar sessões de dominação;

3)    Rastejou no chão do meu Studio 57, afinal eu tinha prometido que o submisso rastejaria aos meus pés;

4)    Conheceu como um cão se comporta e desfilou de coleira, além de ações como tomar água no potinho;

5)    Lambeu as botas de um DOM;

6)    Sentiu pela primeira vez a textura, cheiro e gosto de roupas de couro;

7)    Apanhou no colinho do DAD, aliás o que gostou muito;

8)    Usou algemas, máscara e acessórios

E principalmente: teve sua primeira experiência nesse rico mundo da dominação, controle e fetiches. E pelo brilho do olhar, riso solto e a forma como me abraçou, tenho certeza que foi uma grande experiência.

No final ainda lascou essa:

“posso voltar amanhã SENHOR?’

Acho que viciei mais um e sem gritos, pancadas, nem drogas ou situações de risco, foi tudo consensual, são e sadio!


Saímos realizados...














18 de mar. de 2015

número 104

Diferente dos outros putos, esse foi rápido.
Entendeu a dinâmica, os limites, as regras e veio correndo.
O puto não tinha muito tempo, tão pouco poderia deixar marcas... já viram essa história né? Pois é, mais um casadinho.
Ele é daquele tipo que deve gostar de carinho, atenção e namoro.
Comigo foi ao contrário: teve insultos, xingamentos, força, punição e regras duras.
Mas era disso que ele precisava e foi o que viveu.
No final da sessão, aconteceu a melhor cena, depois que o algemei na parede, coloquei a máscara e a partir daquele momento ele perdeu o contato visual. Aproveitei os acessórios e prendi os clips dos mamilos, coloquei o cinto de castidade KTB e a cada ação ele gemia e sentia que algo de novo estava acontecendo, mas como não enxergava, não tinha noção do que era.
Depois de todo preparado e usando coisas que nunca tinha visto, tirei a venda.
Nuca esquecerei a cara de espanto dele, tinha uma expressão forte de MEDO e ao mesmo tempo estava nítido sua total submissão, um olhar que dizia tudo, afinal ele dependia da minha vontade, estava ali deitado, entregue, preso, submisso, mas EU tinha certeza que era por isso que ele esperava.
Como sei?
Três pistas claras me davam a certeza: seu corpo estava sensível ao mais leve toque; seu olhar, apesar de conter perplexidade, tinha também um nítido prazer e o mais evidente de todos: seu pau estava uma rocha.
O final disso tudo? Foi um gozo profundo e ele saiu do Studio 57 muito satisfeito e renovado, afinal vida de casado não é fácil.

Esse recarregou as baterias e saiu correndo de lá, afinal ainda tinha que fazer o jantar para o maridinho...












15 de mar. de 2015

Relato - número 103

O presente relato não tem como objetivo ser um conto erótico. A proposta é a escrita de uma dominação psicológica pelo Dom Barbudo.

Apertei o interfone. Informei meu nome. Entrei no elevador. Enquanto apertava o andar, as portas se fechavam e o frio na barriga surgia inevitavelmente. Eu fora dominado uma única vez, há mais de 6 anos.Não gostaria que o DOM Barbudo notasse meu nervosismo, mas, ao mesmo tempo, evitá-lo era uma ação impossível. Sabia que, ao entrar no apartamento, eu seria do DOM. Eu não seria mais eu em essência, e sim uma propriedade. Avistei a porta do apartamento e me dei cinco segundos para respirar fundo. Sim, eu queria ser dominado, eu queria me ceder ao DOM Barbudo. Fechei os olhos e abri a porta. Tudo, então, combinado: abri a porta, encontrei o lugar próximo à poltrona e me ajoelhei. O DOM chegou, inspirando uma superioridade quase indescritível. Não olhei para ele, mas conseguia senti-lo próximo a mim. E eu, ajoelhado e de costas, mal sabia que a minha maior humilhação psicológica estava prestes a começar. O DOM carregava uma prancheta que prendia algumas folhas. “Leia”, me disse enquanto sentava-se ao sofá. E eu continuava e joelhos e com a cabeça baixa. Eu tremia, não conseguia segurar a caneta. Consegui ler todo o contrato em alguns minutos. Meu número era 103. “Senhor, serei um número?”. “Sim”, ele respondeu. Naquele momento, naquele lugar, eu era apenas um número. Nada além. Um número com um contrato no qual eu permitia certas ações físicas. A humilhação psicológica em ser um número refletia no comportamento físico: eu era um escravo, um obediente escravo de número 103 que deveria servir ao DOM Barbudo. O DOM com um nome, eu com um número. O DOM sendo alguém, eu apenas para servi-lo. Após assinar o contrato, tive 10 segundos para tirar toda a minha roupa. Já estava sendo humilhado vestido, corri para tirar toda a minha roupa. Tremia. Estava nu na frente do DOM. De fato, já era uma propriedade dele: e eu sabia muito bem o meu papel. Logo nas primeiras práticas, meu corpo já não correspondia à minha mente. Via-me humilhado enquanto meu pau nunca estivera tão rígido. O medo e o tesão estavam ali, presentes no número 103, assim sendo uma balança: quando alguma técnica mudava, o medo ultrapassava o tesão – e, quando o tesão começava a ser demonstrado, a técnica mudava; logo, o medo voltava a ultrapassar. Em um dos momentos, minhas mãos foram vendadas. Ali, já sabia que não poderia fazer mais nada. Nada além de me lembrar do código dado a mim quando não suportasse mais. Mas eu queria superar o medo. O tesão gritava enquanto sabia que estava sendo inferiorizado ao máximo da minha essência. Além de não ter mais nome, estava completamente nu e já não tinha mais nenhuma possibilidade de ação: olhava para o DOM com medo, como se estivesse pedindo alguma súplica. Aquilo, aquela coisa, era eu. E no instante em que fui algemado na parede, entendi o que estava acontecendo. Eu, o 103, era um objeto do DOM Barbudo e me restava lançar o olhar de total agradecimento, pois ele me oferecia o que meu instinto de escravo: um pobre capacho sofrendo (e gostando) em suas mãos. Agradeço ao DOM Barbudo pela paciência e confiança oferecida. 103







13 de mar. de 2015

número 103

Que peitão tesudo e rosto bonito.
Esse já peguei usado, cheio de experiências, mas mesmo assim tremeu.
Por anos ficou sem praticar e agora está voltando à ativa.
Me escolheu pela confiança transmitida e pelo jeito não se arrependeu.
Escutei por muitas vezes “obrigado SENHOR”, durante a sessão.
Por ser um cara experiente, pesei na mão, mas em intensidade menor que aplico com os masoquistas, afinal foi a nossa primeira vez, de muitas espero, mas também não teve espaço para uma pegada leve.
O moço é resistente e foi um tesão ver ele com medo no início e logo depois já rastejava na minha frente, agarrava-se em minhas botas como se há muito tempo precisasse de um DONO.
Tenho tesão por cachorros vadios, do tipo que ele demonstrou ser.
Um cara que sabe o que quer e como fazer.
E um toque bem humilhante foi secar o suor dele com o pano de chão da minha casa, aproveitei e esfreguei com gosto naquela carinha bonita e quanto mais eu fazia, mais ele sentia humilhado, e claro, o pau respondeu na hora... ficou duro como rocha, aliás dos dois!
E prá finalizar: PUTA QUE PARIU, QUE PEITO DELICIOSO, CRAVEI COM VONTADE MEUS DENTES NELE!
Esse escravo saiu bem usado, satisfeito e feliz, como há muito não ficava, segundo ele.

Os usados também tem lá seus encantos, esse especialmente tem muitos!




















1 de mar. de 2015

números 102 e 083

Oferecido e desesperado prá ser usado, pisado jogado ao chão e explorado.
E foi.
Convidei o submisso 03 prá assistir e derrepente para algo mais, sabia que ia agradar.
O puto gosta de ser visto, não só rastejando mas servindo, sendo humilhado e usado como um cão, dos mais vira-latas.
Mas ele tem resistência e desejo, e puta que pariu, um corpo bem tesudo..
Por vezes mandei o caralhudo do meu amigo tirar o pau prá fora e mandei o submisso mamar e não é que o danado poderia ter feito aquele filme “Garganta Profunda”.
Imaginem a cara de tesão do meu amigo... um dos maiores paus que já apareceu.
Submisso puto é prá isso também: agradar os meus amigos, ainda mais esse que muitos querem, pois o camaradinha é milk, piçudo e com uma cara de safado que dá muita vontade de beijar.
Virei o submisso pelo avesso e foi uma tarde completa, teve spank, colinho, dog training, humilhação, cinto de castidade e foda!
Tive o prazer de fazer o submisso rastejar no chão, grudar em minhas botas e circular pelo Studio 57 como um animal encoleirado. A libido dele estava a flor da pele e quando eu encostava, o puto demonstrava muito tesão, afinal não sabia se iria apanhar ou ganhar um afago.
E como todo submisso, ganhou muito mais corretivos, tapas, insultos e cuspes, do que carinho, afinal cafuné ele pode ganhar do namorado, comigo é castigo, punição e disciplina, de preferência em formato de tapão na orelha.
Ele foi embora satisfeito, arrombado e feliz e por dias ainda mandou mensagens: “por favor, vamos repetir”.

E meu amigo? Ahhh esse aproveitou profundamente!











































submisso 083