19 de set. de 2015

número 147


Esse cara faz parte de um passado bem anterior ao BLOG e aos perfis do FACE.

Fizemos uma sessão em um tempo em que as fotos não eram publicadas e serviam para acervo pessoal, agora ele voltou, cheio de tesão e intenções e junto com o desejo, liberou a publicação delas.

O cara é GRANDE, em todos os aspectos, seja pela característica física, pelo corpo, altura, porte e desejo em servir, aliás, cada vez mais gigante.

Ele veio engravatado no primeiro dia e com quase 2 metros de altura, ajoelhou como um anão, bem perto do chão, o nível mais baixo da humilhação.

A sessão foi intensa e apesar do seu tamanho, apanhou prá caralho, foi um dos primeiros caras muito grandes quem bati, uma satisfação para um cara pequeno como EU.

E ele voltou com mais fantasias e está certo de que serão realizadas.
Entre elas, deseja o que muitos pedem: ser tratado como vagabunda de dois DOMINADORES, uma puta que pode ser humilhada, seduzida até ser feminilizada, como uma garota com buceta, tetas fartas e cu largo.

Já sei que a Melissa, seu nome de “rebatismo”, será uma “mulher de vida fácil”, que, aliás, de fácil não tem nada, pois estou preparando uma grande sessão para esse veado, bichona, vagabunda e boiola.

Guardem seu nome e seu aspecto físico, pois o próximo post dela já será de calcinha, sapato alto, meia calça e muita ternura feminina.

Melissa, prepare-se querida e não adianta chorar quando as picas cravarem em sua buceta, foi você quem pediu, sua prostituta, rameira, cadela, mundana, piranha e quenga!

Melissa é uma moça PUTA, com todo o prazer e alegria do mundo.








18 de set. de 2015

número 146

Uma respirada funda e um gemido longo e libertador.

Foi assim que ele rompeu com uma vida careta e fiel.

Pobre menino, cheio de fantasias e desejos, mas sempre fiel a uma relação baunilha, que lhe aprisiona mais que qualquer corrente, algema ou cadeado.

Mas ele se soltou e de fato, experimentou a coleira e o cadeado, a única coisa que não experimentou AINDA foram as algemas.

Estava presente na sessão o DOM K, meu grande amigo que teve o prazer de dividir a cena e esse puto comigo.

Um dos grandes momentos foi fazê-lo rastejar, no mesmo chão que lambeu meu cuspe e claro, deixou bem limpinho com a sua língua. Sensação de felicidade – DELE, é claro., simplesmente por estar ali, um lugar que muitos desejam.
Na fase do papo, perguntei qual é o seu maior segredo sexual e ele contou, aliás quer saber?

Pois não conto, ele não autorizou!

Não traio o que há de mais valorizo: a confiança de quem me conta um segredo e assim é com tudo, estando comigo, estará seguro.

Por que eu citei isso então?

Pelo simples prazer de ter dado a esse moleque um segredo de verdade e apesar da traição da sua relação baunilha, agora ele tem motivos reais para uma punheta: uma sessão forte, com experiências nunca vividas.

Esse é um dos meus maiores prazeres: a possibilidade de abrir a porta de um mundo totalmente novo para alguém que só viveu “papai e mamãe”!

O que mais fiz?

Venha descobrir ou pergunte para o Dom K.

Conto apenas que ele ao final da sessão não queria ir embora e mesmo tendo gozado profundamente, pediu prá repetir, como criança pediu bis.

Mas não posso contar mais detalhes, agora essa história faz parte do maior segredo da sua vida e mesmo sabendo, EU NÃO CONTO!


Já faço parte da sua história e naturalmente, ELE da nossa!























17 de set. de 2015

Relato - número 060 - II Sessão - DOM BARBUDO


Relato número 060 – IIª Sessão

Não é possível não tremer, sendo a primeira ou a segunda vez, o coração bate forte no peito e quando ele aparece, o mundo gira muito mais rápido e a vontade é de me jogar a seus pés ali mesmo, em um local público e me colocar a seu serviço.

Quando a coleira fecha, as coisas mudam e um outro universo entra em ação; sou tomado por um tesão incontrolável e submeto-me ao comando do meu SENHOR, que me coloca no meu lugar para fazer o que nasci para fazer, servir.

Se fiquei com tesão? A dificuldade e as 10 pedras de gelo para botar o cinto de castidade acho que explicam alguma coisa. E mesmo depois de trancado, ele continuou a se debater, o que foi tudo de bom.

Ser dominado pelo meu SENHOR é algo mágico, a dor se torna prazer, e se torna algo a ser alcançado, lamber suas botas, estar a seus pés é algo indescritível, é o lugar ao qual pertenço, com orgulho de estar.

O Spank e os mamilos são a especialidade do meu SENHOR: posso dizer, com orgulho, que senti, e quero sentir sempre, pois, cá entre nós, é bom demais.

E se rolou sexo?

Rolou sexo, plugs, consolos e tudo o que o meu SENHOR colocou no meu ânus, que está documentado provavelmente no blog.
Se foi bom?


TUDO o que este homem incrível fez foi inexplicável, o mais próximo de explicar o que senti sobre isso é: QUERO VOLTAR!







6 de set. de 2015

FOTO DESTAQUE 02 - Dor ou Prazer ou Prazer com Dor?

Me conte se o seu prazer está ligado a dor?

Na foto temos um masoquista e outro que não sente tanto prazer com tortura.

Qual a sua opção?

Não conhece?

Posso te mostrar como funciona, principalmente se você for iniciante, novato, curioso, virgem, gay ou hétero!






número 145

Número 145
Esse tem gostinho de vitória.

Apesar de ter mais de 30 anos, morria de receio.

Teclamos muito e no dia marcado ele cancelou.

Fiquei puto e triste, puto de raiva de ter perdido um dia excelente para uma sessão e sem tempo hábil para marcar outro submisso, afinal tem fila de espera e não posso desperdiçar um dia útil.

E triste, muito triste por todo o empenho emocional e depois ele cancelar, por um motivo aparentemente bobo: o famoso“medo que imobiliza”.

E do nada ele reapareceu hoje. Confesso que isso é normal, ainda tenho um candidato a submisso que teclo por dois anos e ainda está em processo de “criar coragem”.

Mas esse voltou e antes que desistisse novamente, fui taxativo: “ou dá ou desce!”

Não posso dizer que ele deu, pois não teve penetração, mas gostei do medinho inicial desse gostoso.

Seu corpo é uma delícia e seu rosto bonito demais, com um olhar tipo safado, mas assustado e com um sorriso debochado, meio inseguro, meio descrente do que viria.

Mas quando minha barba tocou em sua nuca, ele amoleceu.

Quando me dediquei aos mamilos, ele torceu a cabeça para trás e falava, “puta que pariu que tesão”.

Mas o mais forte foi o colinho do DAD.

Ele queria muito um colo do pai e foi maravilhoso pegar esse gauchinho no colo, ele ficou todo agarradinho e abraçadinho. E que beijo, puta que pariu, que beijo!

E ainda teve podolatria, spank no colinho do DAD e muitas experiências sensoriais.

O menino foi tesudo e fiquei orgulhoso do filhão.

Com muita vontade dele me visitar novamente, gosto de meninos no colinho e agarradinhos pedindo proteção e sei oferecer isso.


Com uma mão afago, com outra bato, esse é o ponto tênue que um DOMINADOR deve desenvolver.











5 de set. de 2015

número 144

Nos encontramos no meio do caminho e lembro do jeitinho que ele chegou para falar comigo, meio na dúvida se continuaria, meio querendo passar desapercebido e com certeza, querendo sair correndo, antes que tudo começasse de fato.

Mas ele não teve nem chance, chamei pelo seu nome e com um gesto, mandei que viesse e sentasse ao meu lado no banco do metrô, já na plataforma da estação.

Ele veio quietinho e nem olhou para mim, de cabeça baixa ficou ali esperando as ordens, passei a mão na sua cabeça, dei um apertão em seu ombro e perguntei: tá com medo?

Ele confirmou que estava com tanto pavor que se corpo tremia todo.

Caminhamos até o Studio e a cada número de passadas, perguntava sobre sua vida, como descobriu o tesão por ser dominado e suas sensações e a resposta era temerosa, quase não pensava direito e pedia a todo momento desculpas pela confusão mental e falta de estabilidade.

Garotos, são garotos e adoro eles.

Quando chegamos no Studio 57 ele correu para o capacho como já tinha sido orientado.

Seu coração batia forte e seu desejo estava latente.

Orientei, mostrei, lambi seus mamilos e me deliciei com esse corpo franzino.

Ele teve poucos homens e isso também deixou tudo mais intenso, quando passava a minha mão saboreando esse corpo, ele gemia alto, como se nunca tivesse sido tocado com tesão.

Lambi, mordi  e suguei seus mamilos, que delícia e certamente se ele não tinha descoberto tesão nessa área, hoje ele sente e muito!


O menino gozou muito, tipo uma poça de porra, será que ele gostou?








3 de set. de 2015

número 143

Adoro meninos de 20 anos!

E adoro mais ainda colocar eles de joelhos e de costas, sem me verem chegando por trás, enquanto tremem de medo e colar minha boca em seu ouvido e perguntar, com 
toda a calma de um homem experiente e DONO da situação:

Está com medo?

- “sim SENHOR”

Está com tesão?

- “sim SENHOR”

Você é um puto, escravo, submisso, um verme que precisa de um Dono?

- “sim SENHOR”

Desde quando você transa:

- “ Desde os 19 anos” ( 1 ano portanto)

Ainda consegue contar em uma mão suas transas?

- “não SENHOR”

Em duas?

- “sim SENHOR”

Nesse momento o coração já estava na boca e o pau no queixo!

Tratei desse puto com todo o rigor de uma sessão austera. Ele rastejou, lambeu as minhas botas e o chão, engoliu o cuspe e se contorceu pra caralho.

Tinha horas que seus olhos viravam de prazer, que perdia o controle e apesar de algemado e preso à parede, se contorcia sem limites. Foi difícil segurar esse moleque.

Mas um amigo bissexual nos interrompeu: um cara que não pode aparecer aqui, sequer por uma foto afinal é noivo de mulher e morre de medo dela descobrir que gosta de pegar macho também.

Ele chegou e sem se apresentar, caiu em cima do moleque e claro que foi bem recebido, principalmente quando o menino descobriu que ele também gosta de mulheres.

Ele comeu o menino, sem chance de fuga, aliás muito pelo contrário; o garoto implorou para dar o rabo, aliás rabão!


Esse garoto me prometeu muitas punhetas lembrando da nossa sessão e não tenho dúvidas que cumprirá o prometido!