28 de out. de 2015

BDSMCAMP BRASIL - S.O.S CARDÁPIO

Convidamos os NUTRICIONISTAS e CHEFs  para juntos elaborarmos um CARDÁPIO TEMÁTICO para o 1º BDSMCAMP BRASIL, envolvendo o conceito do evento e, que, apesar de rico em energia, remeta o candidato à sua condição de prisioneiro. Pedimos por refeições de fácil manuseio, equilibradas e de preparo simples, pois este não será um SPA. Muito pelo contrário. Aqui os integrantes suarão a camisa e não terão regalias.
Por favor, caso queira contribuir, mande e-mail para o endereço:
Grato,

Equipe do BDSMCAMP BRASIL



Relato - número 053

Sempre que passo por São Paulo, entro em contato com meu dono, o Dom Barbudo. Na última semana, fiz uma conexão longa na cidade e mandei whatsapp para ele informando que estaria o dia todo por lá e que estava à sua disposição. Infelizmente, ele já estava com um sub agendado e perguntou se eu estaria disposto a assistir, o que aceitei prontamente.

“Esteja aqui às 17h50”. Às 17:30 eu já estava lá. “Ainda estou chegando, quando eu aparecer na frente do prédio, não banque meu amiguinho, siga-me, entre no apartamento atrás de mim, tire a roupa e fique de quatro apenas de cueca na sala enquanto me troco”. Ordem enviada e cumprida e foi assim que sucedeu.

Logo que meu dono surgiu com sua roupa de couro, mandou que eu o mamasse e depois enfiou-me em uma gaiola para ser vouyer. O outro sub chegou em seguida. Acompanhei todo aquele ritual que houvera passado antes com outro, na perspectiva da plateia. As ordens, os conselhos, as palavras de segurança, o consentimento, a assinatura. Foi simplesmente fantástico assistir tudo aquilo e ver mais um membro adentrar à nossa família de subs.

A ideia era que eu apenas assistisse, mas meu dono não se contentou. Vendo-me ali na grade, ele deve ter pensado “Por que dominar apenas um se posso dominar aquele puto também”. Tirou-me da grade e fez-me de quatro me aproximar dele e do outro sub. Foi pedido que eu tirasse algumas selfies minhas enquanto ele brincava de dog play com o novato. As fotos, vocês podem ver aqui no post. Enquanto ele dominava o rapaz, ordenou-me que lambesse suas botas. Logo em seguida, ele resolveu ensinar ao jovem que BDSM tirava prazer da dor e resolveu fazer algo novo comigo. Vendo que eu estava super excitado, mandou-me fechar os olhos e colocou um cinto de castidade em mim. Que dor! Foi muita dor! Meu pau logo baixou. O que meu dono fez em seguida? Pegou um gel, massageou a cabeça da minha pica que pulou imediatamente e fez a dor voltar. Fraquejei, falei a palavra de segurança para amenizar. Meu dono me conhece melhor do que ninguém, ao invés de parar, sussurrou ao meu ouvido “Você aguenta, não aguenta?” Respondi que sim e ele ficou me masturbando e mandou o outro sub me masturbar enquanto meu pau crescia mais e a dor se intensificava.

Mais adiante, meu dono perguntou se eu topava outro patamar de spanking (nas sessões anteriores, só topei uns tapas na bunda). Ele amarrou o sub no sofá e mandou que ele olhasse, enquanto eu ficava de bunda para cima nas suas pernas e apanhei de 4 instrumentos diferentes. Vendo que eu já estava evoluindo (esse foi nosso 4º encontro), ele mandou-me ficar de quatro por cima de um banco, rabo pra cima, submissão total e começou a me chicotear. Nunca pensei que fosse aguentar tanto, estou nessa há pouco mais de um ano, só tive três encontros anteriores e, de repente, aguentei tudo como um sub profissional.

Olhando meu rabo pra cima, Dom Barbudo falou “Vendo esse buraquinho piscando, tive uma ideia”... olhos fechados novamente, mandou eu me deitar de novo na sua perna, lambuzou meu rabo e meteu um consolo em mim e ficou bombando no meu cu. Era um consolo enorme e eu curti cada centímetro, mesmo não tendo o costume, na vida sexual civil de ser passivo. Em seguida, ele mandou eu me deitar e me masturbar com o consolo no rabo (eu estava em cima da hora de voltar pro aeroporto).

Para quem ia apenas assistir, acabei recebendo um belo tratamento. Não vejo a de voltar em São Paulo. Quisera eu morar mais perto do meu dono.




27 de out. de 2015

BDSMCAMP BRASIL - PRESERVATIVOS E GEL

Quero fazer publicamente um AGRADECIMENTO ESPECIAL ao meu amigo Diogo Lins.

Eu não o conhecia e um dia, ele me abordou pelo Face e mencionou o BDSMCAMP BRASIL, pensei que perguntaria detalhes do projeto, como muitos fizeram, mas não, ele perguntou se teremos situações de sexo?

EU respondi, que naturalmente é possível que aconteça, apesar de que este não é o objetivo do CAMP, mas levando em conta todo o clima e o estimulo das fantasias e dos fetiches, é bem possível o “acasalamento” entre os participantes.

Posto isto, ele me ofereceu, em nome da Prefeitura de São Paulo, preservativos e gel, para garantirmos a proteção de todos os envolvidos.

Já tínhamos mencionado no começo da divulgação das normas que esta era uma preocupação da Equipe Organizadora, a surpresa foi a oferta desta maneira, através da rede social e sem pedirmos nada.

Agradecemos não só a Prefeitura de São Paulo, mas em especial a esse cara, que foi tão gentil, maduro, discreto e profissional na abordagem do tema e das questões envolvidas.

Sou um HOMEM independente e nunca espero que as pessoas façam algo por mim, normalmente tomo as rédeas da situação, e faço com as próprias mãos, e por isso mesmo, a sensação de ajuda e apoio foram recebidas com surpresa e felicidade, obrigado Diogo Lins, que agora chamo, de AMIGO.

Para constar, foram fornecidas 3 caixas de preservativos com 144 unidades cada e 4 caixas de gel com 100 sachês cada.

CALMA PESSOAL, NÃO USAREMOS TODO ESSE MATERIAL, mas mesmo assim, é sempre melhor PREVENIR!


E em breve, cada pessoa que visitar o STUDIO 57, levará consigo 6 preservativos, 6 embalagens de GEL e um folheto com informações sobre DST, pois “informação nunca é demais”!




Relato - número 160


Sempre senti o desejo de ser dominado por um macho, estar nos pés de um homem ciente de que lá é o meu lugar. Nunca tive coragem ou oportunidade de vivenciar esses meus desejos mais íntimos, pelo contrário, tinha medo e culpa de experimentar o que era mais sombrio e obscuro em meu íntimo. Culpa de uma sociedade tão conservadora e doente que reprime algo que é tão bom e presente na natureza humana como o prazer.

Fazia muito tempo que trabalhava dentro de mim para vencer medos e me perdoar por uma culpa doentia que tinha pelo o que sinto. Eis então que nesse processo conheci esse blog e entrei em contato com o Dom Barbudo. Abri uma porta para enfrentar algo que temia em mim mesmo: meus desejos.

Logo começamos a nos falar, trocar mensagens com tesão e ELE me explicando como seria o processo. Desde do início me havia inspirado confiança e e firmeza em nossas conversas, além lógico de muito tesão! Me imaginei diversas vezes com ele mas nenhuma chegou perto de quão boa foi essa experiência para mim.

Quando menos vi já tínhamos marcado a sessão para depois de dois dias, conversa vai e tesão vem, adiantamos e a realizamos para o dia seguinte. E com uma novidade: teria outro submisso junto de nós. No dia da sessão já tinha notado uma mudança em nossas conversas por whatsapp, o mestre começou a dar ordens. Ordenou como deveria ir vestido, qual a forma de se portar ao entrar no studio e em relação a pontualidade sujeito a ser castigado. Até então estava confiante mas nessa mudança comecei a sentir medi e aquele "frio na barriga", mesmo assim segui adiante.

No caminho para o studio ansiedade e medo. Quando menos vi já estava na porta da masmorra, lá dentro havia o que mais temia e desejava, ao atravessar já era sem volta e estaria disposto a viver aquilo. Segui as ordens do meu dono e me dirigi um capacho vermelho no chão, fui ordenado a ficar de joelho, mãos para trás e cabeça para baixo. De relance vi no canto uma gaiola e o submisso preso lá dentro, mais tarde ele seria liberado mas nem ousei olhar para trás. Logo senti roçar na minha nuca a barba do meu dono.

Em poucos minutos já estava ajoelhado na sua frente e ele me disse algumas palavras de ordem para me introduzir no BDSM e delimitar a sessão. ELE me fez sentir seu cheiro, que é forte e de homem, e me fez que engolisse para dentro tudo aquilo que negava em meu íntimo: que era um submisso, puto e obediente. Isso tomei a seco e cheio de tesão, isso o sub. 53 já liberto só assistia.

Nos beijamos e fiquei em seus braços, sentia-me seguro e protegido pelo meu macho. Após isso preenchi o contrato onde explicitei meus desejos, missão quase impossível enquanto beijava as mãos do meu dono e o sub. 53 lambia a sola de suas botas. Por fim terminei de preencher e assinei o contrato, mas uma garantia que meu mestre me deu que seria tudo consensual.

Depois disso e já encoleirado meu dono me deu algo para provar: seu cuspe. Tinha gosto do meu homem, veio para ajudar o "submisso" que foi dito DELE para mim e tinha engolido a seco. Uma delícia. Em poucos instantes já estava no meu lugar: debruçado no chão enquanto me agarrava em suas botas e as lambia. Ele foi me adestrando, me disse que toda vez que batesse o pé, onde quer que estivesse, deveria lamber as suas botas com o melhor de mim, espero ter aprendido a lição. Me senti humilhado mas feliz porque estava no meu lugar.

Após isso vi uma cena que me deixou assustado mas cheio de tesão, o mestre usou um cinto de castidade no sub. 53 para que sentisse dor ao se excitar. Uma tortura que me deixava com tesão e ao mesmo tempo assustado. Em determinado ponto o mestre pediu para que excitasse o outro submisso lambendo seus pés afim de que provocasse dor nele. Fiz com um sorriso no canto da boca. No fim o sub. 53 agradeceu ao mestre.

Continuando, depois disso fui algemado nas mãos e nos pés. Na minha cabeça pensei: "fudeu"! No meu coração senti medo. Era certo que não queria aquilo, tinha medo de ser imobilizado. Se não bastasse fui vendado, depois disso já me vi no meu enterro. Pânico total! Grande besteira, meu dono me acalmou e disse que se não gostasse iria parar, mal sabia eu que a última coisa que queria após cinco minutos disso era parar!

Foram muitas as sensações, senti a barba do meu macho e do outro sub. roçarem em mim, quase enlouqueci de tesão. Um fato curioso: tinha dito ao meu dono que não sentia tesão em meus mamilos, novamente mal sabia que isso ia mudar. Preso e vendendo ELE e o sub. foram em meus mamilos passando a língua e mordendo ele, se antes quase enlouqueci de prazer agora tinha quase sido internado por causa dele! Que tesão, uma sensação indescritível. Me contorci de prazer. Muito mais ainda foi feito comigo.

Logo após isso o sub. 53 sofreu mais nas mãos do mestre, ELE colocou um consolo no outro sub. Eu já sem a venda assistia tudo. Depois disso o submisso se debruçou em mim por ordem do nosso dono. Nos olhos dele via tesão, dor e gratidão por servir ao nosso mestre.

Seguindo o relato, depois disso o outro submisso foi autorizado a gozar pois tinha que ir embora e eu continuei a sessão sozinho com meu dono. Fui solto e ELE me permitiu que sentisse o cheiro do seu corpo. Tirou a calça e a cueca e me pôs para cheirar, tinha cheiro de homem safado que é meu perfume predileto. Tinha o cheiro do seu saco e pau, perfume que qualquer submisso sente e lembra onde é seu lugar e quem é seu dono. Fiquei um bom tempo só cheirando.
Depois beijei o seu corpo todo e, por fim, fui autorizado a gozar. E gozei bem gostoso. Após isso deitei ao seu lado e meu mestre gozou bem gostoso para mim.

Essa foi a nossa sessão. Intensa para mim e com muita satisfação para todos. Relato isso com o pau duro feito pedra (risos). Tentei relatar tudo aquilo que foi mais marcante, não coloquei tudo pois pretendo deixar um gostinho de curiosidade para quem ainda não sabe o quanto é bom servir esse dom. e ainda quer se aventurar no studio do mestre.


Por fim quero deixar aqui mais uma coisa, destinado principalmente para os que sentem medo de vivenciar seus desejos mais profundos e sombrios como também já senti. Vivenciar o que tive com o Dom Barbudo foi uma forma de encarar e aceitar aquilo que sou, um homem cheio de desejos e muito para dar. É preciso ter coragem para abrir essa porta dos desejos mas é a única forma de vencer o medo, o enfrentando. Se a Dante Alighieri foi recomendado abandonar as esperanças ao entrar no inferno como personagem/autor em seu livro "A Divina Comédia" eu os recomendo o contrário e ainda mais: se encham de esperança em si mesmos e abandone qualquer medo e culpa que tiver. O inferno nada mais é o que todos temos dentro de si e, assim como Dante, precisamos passar por lá para chegarmos ao paraíso, ou seja, para chegar a nossa realização, prazer e paz por sermos aquilo realmente somos. Nossos desejos nos tornam maiores e melhores, mais do que podemos imaginar.





26 de out. de 2015

Mensagem de um Fã (002)

Entre prazeres e desprazes, noites intermináveis e claro, muitas e muitas punhetas, terminei de ler o blog de um cara, que por sinal não gosta que o chamem de cara (sim de MESTRE ou coisas do tipo, acho que faço isso no intuito de provocar ele, adoro correr perigo rs) mas incrível que eu já conheci pela internet. Não conversamos muito, na verdade pouco nos falamos, mas por razões de que "ele nasceu, e merece, ser dividido com o mundo" infelizmente acho que por hora que nosso contato continuará somente através de redes sociais. 😭😭 

Enfim, após ler o blog de Dom Barbudo, é ter me deliciado com cada conto aqui citado, eu cheguei a conclusão de que ele, se não o melhor, é um dos melhores Dominadores que já conheci em toda minha vida.

Gente, ele tem esse estúdio magnífico, que apesar de ter o visto só por fotos, fiquei completamente apaixonado! Mas não só créditos ao estúdio, e sim ao artista que o usa, que na minha mais modéstia conclusão, só poderia classificar como "perfeito". Sim, isso mesmo!

Não sei vocês, mas se já se deram ao trabalho de ler ao blog, e não também com um olhar deslumbrado, mas com um crítico, vai entender do que estou falando.

Os submissos de Dom Barbudo, em todos seus singelos comentários que foram adquiridos pelo MESTRE para que postasse no blog, sempre elogiam, e muito, esse querido Dominador. Ele não só realiza as fantasias sexuais de seus submissos, que aliás tem gostos muito peculiares, (rs, mas quem sou eu pra julgar ? Eu me encanto com a ideia de fisting ) mas também é de um carinho tão grande para com eles.

Eu li, se não me engano no submisso 86, que mesmo durante a sessão de spaking, o MESTRE sempre manteve a compaixão para com ele, com beijos carinhosos, e troca de olhares, que transmitem confiança para o submisso, para que ele possa ir mais mais, assim realizando o que ele tinha procurando com o Dom Barbudo.

Simplesmente incrível, e pode parecer um pouco de "puxa-saquismo", mas eu realmente adorei o blog, e espero que ele não vire só mais um mural de pornografia para as pessoas, mas sim uma forma de muitas pessoas encontrarem e até, muitas vezes quem sabe, de realizarem seus mais profundos desejos, que no dia-a-dia são sufocados por nossas rotinas turbulentas e sufocantes.

Dom, desde já expresso meu imenso carinho pelo sr, e espero que você mantenha o contato, quem sabe um dia eu não vire um submisso DE VERDADE seu ? Acho que tudo é uma questão de tempo kkk.

De seu fã, não sei se número 1, mas realmente encantado com o seu trabalho, lhe desejo muitos e muitos submissos, e que você se encontre mais feliz com cada um deles.


Aguardo ansioso um novo poste de mais um submisso, grande abraço


24 de out. de 2015

número 160

Foi aquele tipo de sessão mágica, quando os olhares e desejos se cruzam.

Na presença dele estava também o submisso 053, que não mora em São Paulo, mas que sempre me visita quando passa pela cidade.

O número 160 é um rapaz de pouca idade, mas com muito tesão aflorando.

Ele veio decidido a viver ao máximo essa experiência e isso era perceptível em seu olhar.

Gosto desses meninos que ao mesmo tempo tem coragem nas ações, mas demonstram total insegurança e fragilidade no olhar, talvez por isso muitos queiram me chamar de DAD, um pedido implícito de autoridade e piedade.

E sou assim mesmo, protejo e cuido como um DAD e corrijo e ensino como um professor autoritário.

Gostei de apavorar ele, amarrei com as correntes e algemas e depois de bem preso, peguei o número 053, esse sim já foi treinado ao meu modo e se entrega sem limites.

O auge da sessão foi quando coloquei o cinto de castidade no submisso 053 e com um gel, masturbei a parte livre do pau, o cara gemia e urrava como um louco, enquanto o 160 só observava.

Depois eles interagiram e foi muito tesudo, o nº 053 mais experiente e mais velho guiava o menino, que naquele altura, já estava introsado.

As fotos do 160 ficaram prejudicadas, uma pena, estão lindas e sensuais, mas como acordamos não poderei mostrar, a única liberada foi a da bermuda preta, sinto muito por isso.

As demais fotos foram selfies tiradas pelo 053, aliás uma tarefa que dei:

- “Quero seis fotos, vires-se!

O resultado está aí. Essa foi uma novidade, talvez pela presença de um experiente e um virgem, sei lá, o fato é que tive vontade de delegar e gostei muito do que ele me mostrou. O mais especial disso foi o fato de saber que ele é neura em mostrar-se e dessa forma, experimentou o auto-controle, mais um ensinamento.

O 053 gozou com um consolo enterrado no cu, enquanto o 160 só observava. Depois foi a vez dele e garanto que foi muito intenso.



Foi tesudo demais e uma dupla que se entendeu muito bem.














22 de out. de 2015

A lágrima que liberta - Admirador de Minas

Esta mensagem foi uma das mais profundas e sensíveis que já recebi.

Foi enviada em 06/01/2015, para o meu e-mail pessoal e agora compartilho, pela profundidade e simplicidade de um texto libertador.

Obrigado Admirador de Minas, bom saber que te inspirei...

Abraço do DOM BARBUDO



"A chama de ser um submisso reascendeu... desde pequeno luto com o sentimento de ser submisso, tinha sonhos, êxtase ao ver alguém amarrado, mas aquilo parecia que era errado dentro de mim, tentava sufocar para que ninguém soubesse ou se quer imaginasse o meu desejo que crescia com o tempo, mas ao ver o blog do Dom Barbudo, a cada depoimento, foto, cena, fui tocado no intimo.

E estava vendo tudo aquilo em um tablet num ônibus lotado. Não podia me tocar, me aliviar, o tesão era tão forte que até trouxe lágrimas aos olhos, lágrimas de um submisso enrrustido com medo do novo, com medo de não ser aceito pelos seus, mas também lágrimas de que talvez o meu lugar estivesse mais perto do que nunca, um lugar abaixo das botas de um dom.

Agradeço ao blog do Dom Barbudo por me dar um sopro de vida na prisão onde me encontro.

Obs: poderia ter me aliviado no banheiro do ônibus, sim poderia, mas, o tesão que me foi gerado valia a pena durar e não terminar numa rápida mão.


Obrigado Dom"


21 de out. de 2015

BDSMCAMP BRASIL - UNIFORME

Este UNIFORME foi cuidadosamente preparado para os candidatos do 1º BDSMCAMP BRASIL.

Apresentamos a camisa que será usada.

A parte de baixo está em fase final de produção nas costureiras e oportunamente será divulgada.

A CAMISA foi comprada em uma fábrica de uniformes e são resto de produção que foi encomendada para uma fábrica de operários, que no imaginário de todos, são machos fortes e que pegam pesado no trabalho, rotina parecida com a que esses caras viverão no BDSMCAMP BRASIL.

Elas parecem mesmo sobras largadas pelos canto, apesar de novas, mas perfeitas para o perfil desses caras,

Já foram numeradas e personalizadas e agora estão jogadas no armário, esperando pelos donos delas.


Quer ser um deles? Então corra, só temos mais 4 vagas, 10 já forma preenchidas!

PÁGINA DO EVENTO


http://bdsmcampbrasil.wix.com/bdsmcampbrasil










20 de out. de 2015

número 159

PUTA
QUE
PARIU!

Quantos posso enumerar na categoria de TOP 5?

Já não cabem mais apenas cinco caras nesse seleto grupo. Esse é mais um deles, um daqueles que fica no topo de qualquer classificação: um cara tesudo, delicioso, sexy, inteligente, bonito, uma daquelas experiências inesquecíveis e após tudo consumado, a gente olha pro céu e agradece por estar vivo e ter podido experimentar mais essa!

De onde saiu esse? Onde ele estava há tanto tempo?

Esse ao contrário do número 157, posso mostrar as fotos e comprovar o corpo tesudo e delineado, forte e malhado.

Já tinha pego ele antes, naquele tempo em que EU não registrava as sessões, mas isso foi há muito tempo atrás, aliás adoro esses que vão e voltam.

Quando percebi que era ele, fiz um pedido especial: quero que venha novamente de regata, como na primeira vez.

Ele é casado, portanto não contem a ninguém, psiuuu, segredo nosso viu?

Aliás, pecado esse tesudo ficar com um cara só, não é galera de punheteiros?

Do tipo sexy appeal, com muitas tatuagens, corpo desenhado, cor de “garoto de Ipanema”, tipo loiro bronzeado, pelos fininhos e dourados, suvaco com cheio de macho, pau bom de castigar, bunda peludinha, saco bom de bater e finalmente MAMILOSOSOSOSOSOSOSOSOS SUPER SENSÍVEIS.

Desde a outra vez, o meu foco foram para eles, cheguei a ficar uma hora mamando o peito forte desse cara e o prazer só aumentou.

Foi incrível sentir que ao me aproximar, ainda sem tocar, senti o seu corpo estremecer, só por saber que EU estava chegando perto.

Ele lembrava disso e confessou que já masturbou muitas vezes desejando repetir.

Aliás, repare na foto com o corpo suspenso, sabe por que ele está assim?

Por que está arrepiado, da cabeça aos pés, aliás, dedinhos dos pés esticados, como que sentindo um frenesi incontrolável, assim que gosto de deixar esses caras.

Quer que eu te ensine como chupar um peito e fazer o cara entrar em transe?

Claro que não ensino, no máximo poderei fazer em você!

Desculpa, mas isso é talento, ou você vem com ele ou aprenda a compensar de outra forma.

O gozo com ele foi sem tocar no pau, apenas lambendo o bico dos peitos e olhando para aquele cara bonito. Sim, eu peguei mais um tubarão!

E garanto que ele vai voltar, e logo.

E de presente, ele deixou EU fotografar o seu gozo, que dá para ter uma ideia pelo volume e quantidade, da intensidade da nossa sessão.

#PEGUEIMAISUMTESUDAO



































17 de out. de 2015

número 158

Não posso escrever muito sobre ele, pois prometi segredo.

Apenas comento algumas coisas:

- Desde que o conheci, desejei muito pega-lo;

- Ele é extremamente tímido e iniciante;

- Confesso que os mínimos detalhes foram cuidadosamente arquitetados e planejados para darem certo;

- Ele é hetero e o primeiro homem que o tocou, fui EU

- Esperei por ele por mais de quatro meses e masturbei várias vezes pensando nele.

- Desde que lancei a primeira sedução, já tinha certeza que seria algo novo, inesperado e se desse certo, muito diferente de todas as outras sessões. E foi.

- Com ele, EU cheguei ao poder extremo, desde o planejamento, condução até a conquista, tudo saiu conforme o plano.

- O prêmio foi dividido entre ambos.

- A máscara foi algo que transcendeu a sua realidade, foi a realização de um fetiche e a porta para uma realidade paralela, onde ele deixou de ser o que sempre foi e pode desempenhar um papel novo, livre de preconceitos e liberto de julgamentos.

- Saber do seu encantamento pela máscara, todo o mistério que envolve e o seu desejo em usá-la, foram os meus grandes trunfos. E como um jogador de pôquer, usei todas as peças para montar a estratégia.

Como tive coragem de usar esse poder com um novato e frágil?

Essa é a vantagem de um cara experiente, que conhece na totalidade a forma de seduzir, encantar e “dar o bote” e ele caiu na minha teia.

- E a exemplo de um ditado que ouvi em Las Vegas que é mais ou menos assim “o que acontece em Vegas, morre em Vegas”, vale perfeitamente como exemplo para esta situação, ou seja, o que aconteceu conosco, ficará somente entre nós.

Prometo.


Esse é o verdadeiro HOMEM MASCARADO, um hetero com pelo menos duas faces: a baunilha e a fetichista! Eu conheço as duas... privilégio!