18 de jun. de 2015

número 125

Tem sido difícil manter uma sessão com toda a linha e pompa que o protocolo exige, quando um moleque como esse entra no Studio.

Um cara que “toca” nos meus desejos mais saborosos.

Vou descrevê-lo: angelical, olhar medroso, um peitoral peludo, pernas grossas, baixinho e troncudo, coxas volumosas, alma servil, voz baixa (medo)  e coração batendo forte, tem como resistir?

PQP, foi difícil! Mas por um tempo, mantive o ritual de iniciação, aliás já estou novamente excitado descrevendo a sessão.

O menino sentiu o peso de um homem, no começo com tapas na cara para entrar na linha e aprender como é punido, quando erra a determinação.

Foi pisado para sentir meu peso e como forma de humilhação.

Deitou no colo do pai e apanhou pq é um menino levado e precisa corretivo.

Sentiu a prisão pelas algemas, de pés e mãos para perceber quem manda e anular qualquer forma de reação e garanto que por ser um cara com alma de submisso, ficou paradinho aproveitando as sensações que veio experimentar.

Bem, já está de bom tamanho né?

Demonstrei  uma resistência que confesso, foi difícil manter com alguém que se sente muito tesão.

No final coloquei o submisso de bundinha pra cima, corpo em formato de crucifixo, espelho no meio dos braços para ver bem claramente como seria enrabado, não resisti por uma tão esperada penetração. Ele viu tudo como reflexo e curtiu profundamente.



Depois tomou seu banho, agradeceu e vazou do Studio 57, mais submisso de quando entrou e mais aliviado de quando chegou. O medo se transformou em sorriso, gosto quando isso acontece.